Pela igualdade de gêneros principalmente no campo profissional

Esse artigo não surgiu apenas porque boa parte do nosso time da agência é composto por mulheres, digamos que 90% dele. Mas com o intuito de contribuir com a causa na qual acreditamos, a do “empoderamento das mulheres”, para cessar de vez com as desigualdades de gêneros, a começando pelo mercado de trabalho.

Um tema que fazemos questão de participar, opinar e contribuir com o dialogo.

De um tempo pra cá essa palavrinha: empoderamento feminino vem sendo muito citada em redes sociais e na mídia em geral pela importância do assunto, nossa intenção é de contribuir com esclarecimentos, apoiar a causa e quem sabe ajudar na agilidade dos processos. E é claro que para isso, precisamos fazer certinho o dever de casa, praticando a igualdade de gêneros internamente no nosso negócio.

Partimos do principio de que a maioria das mulheres quer apenas o que é seu por direito, buscam antes de tudo a igualdade de gêneros, respeito e querem ter voz ativa.

Lembrando que essa luta é bem antiga, mas que o movimento começou oficialmente a ganhar força com esse nome em meados de 2010, na assembléia geral da ONU.

Certamente, as redes sociais e o acesso a informação contribuiu bastante para o avanço da causa. Uma das coisas que nos chama a atenção no movimento é ele trata primeiramente da igualdade dos diretos profissionais das mulheres, e em seguida avança por outros campos da vida social e pessoal, com um propósito maior, o da igualdade total entre os gêneros.

Veja a lista dos 7 princípios básicos do empoderamento feminino no âmbito social e profissional, criada pela ONU:

  1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.
  2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.
  3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.
  4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.
  5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.
  6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.
  7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.
O nome é novo, mas a luta é bem antiga

Não é de hoje que as mulheres vêm lutando por seus direitos, inclusive, pra quem não sabe, o dia 8 de maio é considerado o dia internacional das mulheres porque causa de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas, incidente que marcou desde aquele ano a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20.

Alguns filmes que marcaram a luta das mulheres por igualdade de direitos:

As Sufragistas – filme com história verídica cheio de grandes estrelas como Meryl Streep, Helena Bonham Carter e a protagonista Carey Mulligan, que relata com a força de uma grande história a luta das mulheres pelo direito do voto, rumo à libertação das rígidas regras sociais do inicio do século XX.

O filme que apesar de épico, pode ser comparado com a atualidade pelas desigualdades entre gêneros existentes até hoje. Qualquer semelhança com a atualidade não é mera coincidência, é realidade mesmo.

Histórias cruzadas – linda história marcada pelo racismo, conta o relato de uma jovem branca da sociedade, que queria ser escritora e decide escrever sobre a rotina de empregadas negras, que criavam os filhos de brancos elitizados, no auge do racismo dos anos 60 nos Estados Unidos.

A Informante – um clássico do cinema baseado em fatos reais, com a brilhante participação de Rachel Weisz, que protagoniza a história de uma policial escalada para uma missão da ONU, na Bósnia, e descobre uma rede de tráfico de mulheres, para fins de exploração sexual.

A história na época teve uma comoção forte, principalmente por relatar um escândalo que envolve, inclusive, a ONU.

Olga – uma produção nacional imperdível relata a história real da comunista judia Olga Benário (estrelada por Camila Morgado), que se envolve com Luís Carlos Prestes no Brasil de Getulio Vargas, e é condenada e deportada parar num campo de concentração nazista.

Ainda há muito por fazer

Apesar da luta por direitos das mulheres ter avançado, sabemos que estamos bem longe do ideal, ainda existe muita violência doméstica, desigualdade profissional, racismo, falta de respeito, isso sem contar com os casos de estupro que tem números alarmantes no Brasil: dados recentes do ministério da saúde apontaram que 70% das vitimas são crianças e adolescentes e cerca de 15% dos estupros envolvem dois ou mais agressores.

E ainda, o Brasil tem um caso de estupro notificado a cada 11 minutos, isso porque apenas 35% dos casos são registrados. O que mais impressiona em tudo isso, é que 58% das pessoas concordam com: “se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupro. Ou seja, essa cultural esta enraizada no país, o que torna a luta ainda mais urgente e alarmante.

Muitos avanços já foram constatados e atualmente existem muitos blogs, sites, estudos, grupos, comunidades, entre outros, que tratam com propriedade do assunto e vêm contribuindo para a causa.

Nos da Opend fazemos a nossa parte oferecendo condições iguais de trabalho, de cargos e salário, esse é o nosso jeito de contribuir para essa causa nobre. E temos o maior orgulho em ter um time de mulheres tão brilhantes.

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Autor: opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

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