4 dicas para um Planejamento de Marketing que dá certo!

4 de julho de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Você está há três dias com fortes dores de cabeça e decide ir ao médico. Ao chegar no consultório, ele não troca mais que poucas palavras com você, não faz nenhum exame, passa um medicamento pra dor e manda você pra casa. Qual seria a sua reação? Você se sentiria satisfeito com a consulta? Que confiança você teria de que o medicamento iria resolver o seu problema?

Assim como um remédio, as ações de marketing são efetivas e produzem bons resultados. Porém é necessário um diagnóstico apurado, baseado nos exames e histórico do paciente para se receitar algo que seja de fato efetivo a curto e longo prazo. Na hora de pensar nas ações de marketing para uma empresa, seus produtos e serviços, o plano de marketing é o responsável por diagnosticar as necessidades e apontar os caminhos para ação. Quanto mais planejamento, mais assertivo serão as ações de marketing.

Não há um plano de marketing ideal ou modelo padrão, mas existem alguns pontos relevantes que se adaptam a qualquer segmento. Cada empresa possui suas características e especificidade, portanto cada plano de marketing é único e de acordo com o contexto que a empresa está inserida. É conhecendo a fundo a atuação e objetivos da empresa em questão que se poderá desenvolver ações que trarão resultados satisfatórios. Então, aqui vão 4 dicas para você

 

1) Olhe ao redor

Um bom planejamento exige uma análise do mercado de atuação da empresa e de seus concorrentes. A importância dessa etapa no planejamento, é conhecer as pontos fortes e fracos da esfera em que se atua ou que se quer atuar para assim aproveitar as lacunas e oferecer algo que tenha um diferencial. Aprender com os erros dos outros e não repeti-los evita o desperdício de investimento tanto de tempo como de recursos. Faça um apanhado dos bons exemplos de ações, as que mais bombaram e tiveram resultados positivos, isso auxilia na percepção e conhecimento do que os clientes gostam, ou seja, um vislumbre do caminho a seguir.

 

2) Olhe para dentro

Reconhecer suas forças e fraquezas dentro segmento em que sua empresa está inserida e em relação aos concorrentes é um ponto essencial. Mas, também é importante ser franco quanto a essência interna. Quais os objetivos da empresa? Como ela quer se posicionar no mercado? Como quer ser conhecida? Quais são seus valores e missão?

Fundamental também, é definir exatamente quem a empresa quer atrair. Quem é seu público e como ele se comporta? Os melhores resultados acontecem quando sabemos com quem queremos dialogar e quais são as necessidades dessas pessoas. Trace um perfil real de pessoas que pretende alcançar: seus hábitos, como consomem informação, suas dores, dúvidas, e até mesmo como entrarão em contato com sua empresa. Não há como atingir todo mundo de uma vez só, portanto seja específico, saiba quem é o seu cliente ideal.

 

3) Escolha as ferramentas certas

Este é o momento de definir estratégias e ações que serão construídas a partir do objetivo final da empresa. As possibilidades de ações são inúmeras, criatividade e mente aberta serão um diferencial na hora de definir quais ações terão melhor resultados. Marketing digital, offline, inbound, outbound, guerrilha, viral e por aí vai.

Leve em consideração também, o orçamento que sua empresa dispõe. Seja realista! Não adianta fazer planos mirabolantes e não poder executá-los.

Estabeleça um cronograma para a realização do plano de marketing e ações. Esse cronograma te ajudará a monitorar as ações e seus resultados proporcionando uma avaliação do que deu certo ou alteração do que precisa ser corrigido. Mudar o caminho no meio do percurso não é sinal de fracasso.  Imprevistos acontecem e precisam ser gerenciados da melhor forma. Tente detalhar ao máximo seu cronograma, desde as ações até quais ferramentas e pessoas serão necessárias para realizá-las.

 

4) Qualidade x Quantidade

A gente já sabe que tamanho não é documento faz tempo, certo? Logo, na hora de fazer um planejamento, não seja extenso e cansativo. Concentre-se no que precisa de atenção e nos detalhes importantes! Saiba filtrar as informações e ser objetivo para facilitar o entendimento e execução do plano. Quanto mais informação relevante, mais fácil será investir o tempo na prática de tirar as ideias do papel.

Se a sua marca precisa de um bom Planejamento de Marketing, analisando o mercado e definindo boas estratégias, a Opend – estratégia e design sob medida pra você – tem as melhores ações para te indicar. Deixe suas dúvidas nos comentários e entre em contato com a gente!

4 dicas essenciais na hora de pensar no design de embalagens

30 de maio de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Na hora de escolher um produto o indivíduo pode levar em consideração diversos fatores como preço, marca, quantidade, oferta e o design da embalagem. O foco de todos os fatores é o mesmo: chamar a atenção do indivíduo na hora da escolha e influenciar na decisão final pelo produto. E para se ter um bom resultado é importante considerar que é a embalagem que será responsável pela introdução do produto ao público, por isso nunca será perda de tempo investir nessa estratégia.

Atualmente, as opções são inúmeras e a diferença entre os produtos cada vez menos visível. O papel do design de embalagens é ter personalidade suficiente para cativar o cliente no ponto de venda entre tantos outras opções. Quantas vezes você já comprou um produto porque a embalagem era bonita ou criativa? Pois é.

Pensando nisso, aqui vão quatro dicas essenciais na hora de criar a embalagem do seu produto.

  1. Criatividade x Funcionalidade

Esse item pode soar conflitante, mas não necessariamente deva ser. É importante, no entanto, levar em consideração que a embalagem deve cumprir seu propósito. Se é uma caixa de suco, independente do seu design, ela precisa oferecer a melhor experiência para o usuário na hora do uso. Ser diferente é extremamente necessário, mas a inovação precisa ser aliada da funcionalidade.

  1. Explore Materiais

Os materiais utilizados devem ser escolhidos de acordo com o público-alvo, mas também carregam em si o posicionamento da marca. É sempre uma boa ideia prezar por materiais sustentáveis ou propor um meio de reciclagem/reutilização da embalagem para beneficiar o meio ambiente.

  1. Seja coerente: Embalagem, Rótulo e Produto

Uma das definições da palavra sincronia no dicionário é: qualidade do que ocorre ao mesmo tempo, podendo ter ou não uma relação entre si. No caso do design de embalagens, a embalagem, o rótulo e o produto precisam ter essa relação e conversar entre si de forma (visual e funcional) harmoniosa. A nossa Diretora de Arte, Fabiana Batista comenta que “…essa é a influência do Designer. Saber usar clains (destaque de palavras ou chamadas importantes) como ex: pague 300ml e leve 500ml. Além da diagramação, clareza de informação e bom gosto. Isso faz toda a diferença em uma embalagem!”.

  1. Menos is The New Black

A estética simples e minimalista agrega mais valor à embalagem conseguindo chamar a atenção do cliente de forma muito mais satisfatória do que uma estética carregada e poluída visualmente. Use as cores como cúmplices para remeter à sensações ou ter função de destaque visual para atrair o cliente. Elas são poderosas e a escolha delas está diretamente ligada ao objetivo maior do produto, assim como as palavras de destaque e chamadas importantes.

Como ter o melhor resultado?

Um bom resultado no design de embalagens é uma junção entre um bom planejamento e execução. Portanto, a escolha de uma equipe qualificada é papel fundamental para que a função de conversar diretamente com o cliente seja alcançada com sucesso pela embalagem. Afinal, também é através da embalagem que a marca chegará perto do cliente e desenvolverá um relacionamento.

Certamente você já deparou com algum design de embalagem que criamos, como algumas linhas da marca Bom Bril (Sapólio, Mon Bijou, Pinho Bril, Limpol, etc), Kopnhagem, Bunge Profissional, Brasil Cacau, materiais institucionais e de ponto de venda do Rei do Mate, entre tantos outros.

Se você estiver desenvolvendo ou quer dar uma cara nova a um produto, troca uma ideia com a gente. Nós da Opend – estratégia e design sob medida pra você – estamos há mais de 8 anos atuando com a criação e desenvolvimento de embalagens que ornam perfeitamente com sua e marca. Clica aí (http://opend.com.br/) e dá um oi pra gente.

Até a próxima e não deixe de dar uma espiadinha no blog, tem muitos outros conteúdos criados pensando em você.

Como deixar seu cliente 100% satisfeito usando um bom briefing

23 de maio de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Em sua viagem de férias, você decidiu cair na estrada sozinho. O plano era dirigir até o litoral e acampar na praia por alguns dias e depois seguir. Porém, a estrada que você é familiarizado está interditada e outro caminho precisa ser feito. Por não conhecer as redondezas, você prefere adquirir um mapa rodoviário que está exposto na banca, entre vários formatos, tamanhos e cores. Ao perguntar para o vendedor qual deles seria o melhor, a resposta é simples: o mapa mais detalhado o levará ao seu destino sem o risco de se perder.

Na hora de desenvolver qualquer trabalho, a função de um briefing se assemelha a de um mapa. Ele é uma ferramenta super importante, com dados essenciais para saber como e onde se quer chegar. Informações como: quem é seu público, seu concorrente, como está o seu mercado ou qualquer pergunta importante para o processo de criação, é o que vai trazer os resultados esperados e ajudar no desenvolvimento da campanha, de forma prática.

​”Saber onde se quer chegar, com quem se quer comunicar, conhecer seus adversários, entender o que me torna diferente são armas importantes de venda, logo, para qualquer projeto o briefing é essencial pois sem esse direcionamento fica impossível dar um tiro certeiro”, comenta a Diretora de Arte da Opend, Fabiana Batista.

Acertando na elaboração de um briefing

Ainda de acordo com Fabiana, o briefing deve ser visto como item chave para o planejamento e precisa ser elaborado antes do início de qualquer projeto de criação. Além disso, ele será o norte em todo o processo de desenvolvimento.

Outro elemento importante é conhecer a fundo com quem você irá trabalhar e o cenário em que atua. Tendo isso em mente, recolha o máximo de informações. Qual é a missão, valores, público-alvo, produtos e concorrentes são algumas das perguntas que não podem faltar no seu briefing. A partir do perfil de cada um e de acordo com o contexto, as perguntas podem e devem variar.

Chegou a hora de conhecer o trabalho que seu cliente quer que seja criado e tentar organizar as ideias de forma prática. Fique atento aos detalhes. Eles podem fazer uma diferença gigantesca para o time ou pessoa que vai executá-lo. Entender por quais motivos a demanda apareceu, é um pontapé inicial que ampliará a visão do projeto. Por consequência, o objetivo final esperado pelo cliente poderá ser analisado de maneira nítida facilitando a criação e execução da tarefa.

As plataformas de veiculação irão definir os objetos de criação. Aqui existe um mundo de possibilidades. Entender o que o cliente busca em cada plataforma é a melhor forma de desenvolver um produto mais próximo de chamar a atenção público-alvo. Conheça também, o histórico do cliente nas mesmas plataformas. Se já foi feito algo similar antes e quais foram os resultados.

Por fim, os prazos. Desenvolva um cronograma de acordo com o tempo e recursos disponíveis, respeitando os processos e etapas de produção. Uma boa sugestão tentar prever as dificuldades e antecipar resoluções para não influenciar a agenda final. Se preciso, acrescente informações que você acha relevante ou que o cliente sugerir.

Mas preciso mesmo fazer um briefing?

O briefing não é obrigatório, mas aumenta muito a probabilidade de resultados satisfatórios, pois atua como facilitador na execução do trabalho. E uma última dica: o briefing pode ser um material a mais para o cliente conhecer melhor o seu próprio negócio. Dedique-se nesse processo, ouça seu cliente e se familiarize com ele.

Aqui na Opend – estratégia e design sob medida pra você – o seu briefing se torna realidade. Somos especialistas em transformar ideias e objetivos em soluções concretas para o seu negócio. Que tal bater um papo com a gente? Entre em contato conosco.

Design de embalagem: uma das mídias mais importantes para qualquer produto

18 de maio de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

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Comissão de frente, carro-chefe, cartão de visitas, mais do que uma caixa ou qualquer forma de embalar produtos a embalagem carrega a missão de ser a identidade de valor de cada marca. O zelo, a imagem que se quer passar para atrair o consumidor ideal, os diferenciais perante a concorrência, todas estas características fazem com que o design de embalagem carregue consigo, independente do tamanho do frasco, pequeno ou grande, os objetivos e posicionamentos de uma marca.

Existem várias formas de definir e exemplificar o design de embalagem; no entanto, para falar de uma forma mais ampla, podemos dizer que o design de embalagens participa de todo conjunto de soluções para um produto, o melhor frasco, o melhor dimensionamento, a melhor identidade visual, o melhor posicionamento de gôndola, a melhor embalagem de embarque, entre outras atribuições. É um 360º na cadeia total do produto. Afinal, a embalagem de um produto é o principal ponto de contato entre consumidor final e a marca e pode influenciar bastante na compra.

A #opend – agência de brading [estratégia e design] – vem se especializando, há mais de sete anos, em design de embalagens. Além de ser um dos pilares sobre os quais a empresa foi fundamentada, a agência entrou pesado nesse mercado pela herança de conhecimento adquirido em etapas de produção, por conhecer o negócio e, muitas vezes, por saber que seus clientes traduzem isto como um produto.

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Company: IF BAGS Illustrator: Annachiara Barindelli Designer: Isabella de Felice Project Type: Self Promotion Location: Milan, Italy Packaging Material: Paper

Entenda a diferença entre design de produto, de embalagens e design gráfico

Fabiana Batista, diretora de criação da #opend, aponta uma fusão nos três processos em momentos iguais de um projeto, embora sejam atividades distintas. Ela acredita que a conceituação mais próxima da realidade da criação seja:

DESIGN DE PRODUTO
é um olhar global que pensa em todas as experiências que o consumidor terá com o produto; isso deve permear desde o desenvolvimento da base do produto até como ele vai ser embalado, distribuído, vendido, posicionado na gôndola. É a análise de experiência global, pois para cada etapa tem um “consumidor” diferente em contato com o produto.

DESIGN DE EMBALAGENS
também deve ter um olhar global da jornada do consumidor, mas normalmente é atribuída ao frasco e ao rótulo.

DESIGN GRÁFICO
é a utilização das ferramentas corretas para dar a conceituação visual ao produto.

Para a diretora de criação, é importante levar em conta o design de embalagem em uma campanha de marketing. “Principalmente se pensarmos em marketing como a jornada do cliente com nossa marca. Porque embora as ações táticas possam ser diferentes, pensando em um planejamento mais global para uma marca ou para um produto, o design de embalagem pode afetar positivamente ou negativamente uma campanha”, destaca.

Um bom exemplo de posicionamento e campanhas alinhadas com o marketing é o recente lançamento da Coca-Cola, uma das patrocinadoras oficiais das Olimpíadas do Rio de Janeiro. A Coca lançou latinhas douradas tanto para coca normal, quanto para a linha zero, mudando completamente as suas tradicionais cores vermelha e branca para dourada e preta, e contendo o símbolo olímpico para fazer uma menção ao desejo do ouro olímpico.

Screen Shot 2016-05-05 at 9.57.12 AMSaiba mais:

Coca-Cola muda e unifica identidade visual de suas latas
Coca-cola patrocinadora oficial Rio 2016

Esse tipo de campanha ligada ao marketing, e nesse caso especificamente para um megaevento, pode gerar mais vendas, fixação da marca, virar coleção etc. Tudo alinhado a uma estratégia que envolve toda uma estrutura de serviços e todo um trabalho em conjunto, no qual sem o design da nova embalagem não teria o mesmo efeito e nem o mesmo resultado.

Uma embalagem bem feita pode tornar os produtos mais competitivos no ponto de venda, sendo que o inverso também é proporcional, pois se a embalagem não se conectar com o consumidor, se ela não quebrar o padrão do óbvio, do convencional, ela também não será atrativa ou interessante o suficiente para gerar a experimentação.

Fabiana levanta algumas tendências globais para o mercado de embalagens que devem ser levadas em conta, como as embalagens que falam, de realidade aumentada, as embalagens como veículo para conectar o consumidor à mensagem central da marca e o uso de redes sociais para fazer a conexão entre produto, embalagem e consumidor, no âmbito digital da experiência.

Outra forte tendência é o uso de métodos que estão ligados à economia de recursos naturais, seja em seu processo reprodutivo ou em sua reutilização.

O mercado de embalagens vem crescendo e com isso despertando o interesse de profissionais do setor, tanto que cada vez mais existem feiras e eventos focados em embalagens, os quais o design também faz parte do contexto. As feiras que mais apresentam participações de design dentro do âmbito de embalagens são as seguintes: Empack, Sustpack, Sial, realizadas foras do Brasil, e por aqui a Fispal Tecnologia também vem aumentando, nos últimos anos, a participação de temas e negócios ligados ao design.

A ABRE – Associação Brasileira de Embalagens – tem um calendário anual das feiras e eventos do setor, confira: Calendário anual 2016 – ABRE.

A #opend fez uma avaliação interna para apontar as embalagens de maior sucesso, no entanto preferiram falar das que tiveram resultados mais diretos para seus clientes. Veja abaixo alguns cases de diferentes empresas.

Mix Detox - Heto Alimentos
Mix Detox – Heto Alimentos
Memphis - Perfumaria Memphis - Sabonetes
Memphis – Perfumaria Memphis – Sabonetes
Premier Pescados
Premier Pescados

Premier Pescados – foi feito um trabalho de posicionamento e abertura de mercado para uma empresa que era especializada em Food Service e veio para o varejo com uma linha de pescados. Esse foi um trabalho bem interessante de posicionamento de marca dentro da categoria de pescados congelados.

Mix Detox, da empresa Shogá – um mix de produtos naturais, sem conservantes, que são extraídos das próprias frutas, verduras e legumes em mini porções para um detox diário. A #opend criou toda a linha de produtos e ambas as partes ficaram muito felizes com o resultado de implantação e de recompra.

Memphis Perfumaria – a empresa passou por uma reestruturação no portfólio de três marcas (Vera, Bouquet de Orquídeas e Lavanda Memphis); essa reorganização de portfólio juntamente com a melhoria na comunicação e design assertivo resultou em um trabalho muito satisfatório para o cliente, aumentando significativamente as vendas e o olhar do consumidor para estes produtos.

Por fim, podemos afirmar que o design de embalagem carrega muitas histórias e muitos cases dentro de um ciclo de uma marca e produto. E a valorização de uma embalagem deve ser interpretada como um investimento primordial ao sucesso de um produto.

Redesign para bens de consumo, a bola da vez

20 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

RedesignA crise da economia atual vem direcionando mercados e os conduzindo, muitas vezes, para novas alternativas. E, assim, o redesign se transformou na melhor opção do momento para empresas que necessitam repaginar suas marcas e produtos por preços mais acessíveis.

Desta forma, as propostas de redesign em marcas de bens de consumo já consagradas e que necessitam, digamos, ser reestilizadas ou atualizadas vem ganhando força. Podemos dizer que o redesign é uma ferramenta utilizada para reorganizar, corrigir algo em um produto que atingiu a sua maturidade, ou não, sem mexer muito nos elementos-chaves já determinados no design da linha, que pode estar relacionado tanto à rotulagem quanto à sua embalagem.

Para definir de forma simples o redesign, vamos pensar em uma marca como se ela fosse uma pessoa e teríamos a seguinte situação: ao longo dos anos aquela roupa que vestimos precisa se tornar adequada ao momento e tempo em que vivemos; do contrário, seríamos taxados de velhos, antiquados e seria incomum ver alguém nos dias de hoje usando roupas do século passado, não é mesmo?

Olhando um pouco para a história, escolhemos os anos 80 para contextualizar o que estamos falando, por meio de marcas que fizeram sucesso na época e que hoje foram completamente reestilizadas: Pepsi, Coca-Cola, All Star, Nestlé, Kibon, Levi´s, assim como marcas de carros como Fiat, GM, Volkswagen, entre tantas outras que, se não tivessem passado pelo processo de redesign, estariam completamente ultrapassadas. Através da história podemos explicar e exemplificar o redesign, pois as duas coisas caminham juntas.

Redesign, um mercado em alta

O mercado de redesign está em alta. Quem afirma isso é Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding estratégia e design. “Com o mercado atravessando uma crise econômica, muitas empresas interromperam os lançamentos de produtos; isso fez com que a maioria delas voltasse a olhar para o portfólio, e é normal encontrarem a necessidade de fortalecer apelos importantes da linha os evidenciando ou dando a eles uma nova ‘cara’ para tirar o produto do lugar comum e levar para um novo patamar. Pequenas modificações podem fazer verdadeiros milagres quando submetidos ao olhar especialista”.

No entanto, como tudo, existem algumas questões que precisam ser bem observadas para que a reestruturação da marca não se transforme em desvantagem para o seu produto. “A principal delas é que se o redesign não for feito obedecendo às bases da marca pode descaracterizar um produto e correr o risco dele não ser mais reconhecido pelo consumidor. Existem casos de redesign que não respeitaram o DNA da marca e isso certamente gerou uma grande confusão na cabeça dos consumidores”, explica Fabiana.

Segundo dados levantados pela #opend, mesmo não sabendo se isto representa manifestação do mercado em geral, o redesign tem ocupado um percentual crescente dentro do design de embalagens. O redesign subiu de 30% de solicitações, em 2014, para quase 70% em 2015, o que mostra uma tendência expressiva, pois há dois anos o percentual era o contrário do que temos hoje.

O mercado de alimentos e bebidas, no qual a #opend tem forte atuação, por exemplo, vem utilizando a prática de redesign de forma progressiva a cada ano.

Para exemplificar todo o contexto, citamos alguns cases da #opend na prática: em 2009 a Vigor queria reposicionar o design de seus produtos, justamente na ocasião em que a companhia estava completando 90 anos, e queria mostrar para o mercado que ela continuava forte, viva e que seus produtos que estavam na curva de maturidade (a exemplo do leite UHT e de toda linha de iogurtes) estavam recebendo esta “injeção” de força e que, sequencialmente, produto a produto receberia este redesign.

Foi então que a #opend criou um conceito monolítico, ou seja, uma comunicação integrada, para toda família de produtos Vigor. Esta comunicação foi entendida para cada SKU (Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), que é ligado à logística de armazém e designa os diferentes itens do estoque, estando normalmente associado a um código identificador.

“A companhia conseguiu comunicar claramente para os consumidores o novo momento da marca, sem perder a conexão com seu consumidor e conseguiu estender a campanha para grupos de produtos diferentes e, consequentemente, participar de gôndolas de exposições diferentes (resfriadas, congeladas e secas) com o mesmo conceito; isso fortaleceu famílias de produtos que não tinham muita expressão, pois os consumidores perceberam que aqueles itens também faziam parte do portfólio Vigor”, destaca Fabiana.

Na ocasião a ação foi muito positiva para a empresa, que, inclusive, replicou este conceito para todos os demais produtos que seriam lançados no calendário de inovação, ou seja, houve uma transposição do conceito de redesign para o design de novos produtos também.

A agência foi responsável, ainda, pelo redesign das linhas Ecologie Fios e Corpo, da Bril Cosméticos, que tinha a missão de melhorar a organização das informações e facilitar ao consumidor o melhor entendimento do mix de produtos; além do redesign da linha de Amaciantes Concentrados Mon Bijou, da Bombril, e do Rei do Mate, cliente de franquia e varejo da agência, no reposicionamento da comunicação dos materiais de ponto de venda das lojas.

Por fim, pode-se afirmar pela sua história e por um posicionamento de mercado, que a #opend defende e apoia o redesign: “Deve-se entender que todo produto atinge a maturidade e precisa continuar se conectando com a mudança de comportamento do seu consumidor. Até porque, às vezes, um produto precisa ser reposicionado para atingir o que ele foi projetado para ser e porque redesenhar pode ser uma alternativa econômica muito boa”, finaliza a diretora de criação.

Conheça toda a linha Ecologie.

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Desmistificando o planejamento estratégico

11 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

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Saiba como um plano baseado em ideias simples pode trazer grandes benefícios ao seu negócio

Como é possível abordar o planejamento estratégico de forma clara, direta e simplificada, já que a própria palavra “plano estratégico”, na maioria das vezes, exige complexidade? Para tentar dar um foco no assunto tão abrangente e complexo, apresentamos colocações especificamente para as empresas de pequeno porte ou para um empreendedor individual, que esteja iniciando um negócio ou para quem já começou.

Fomos invadidos por uma cultura onde “mais” é sinônimo de melhor e quanto mais detalhado e abrangente for um plano “melhor”. Será?

Para quem não sabe, o planejamento estratégico é o desenvolvimento da base gerencial de uma empresa e os caminhos que ela deve seguir. É a definição dos objetivos para criar um conjunto de ações para a sua execução, levando em conta os aspectos internos e externos do negócio para alcançar o objetivo proposto.

Com um mercado em constante mudança, comportamento de consumidores mudando em ciclos, menos tempo para tudo na vida, então por que criar algo com complexidade? Às vezes planejamento estratégico pode ter ou ser sinônimo de algo rígido e imutável e isso é um erro; num planejamento estratégico devem-se criar linhas básicas de direcionamento, com espaço para periódicas revisões, com ajuste de rota constante, porque os ventos mudam e as condições climáticas também.

E como o ótimo é inimigo do bom, você pode deixar de fazer algo porque deseja o ótimo, mas o bom naquele momento pode atender e ser um degrau da evolução.

Para Ivan Alatxeve, diretor de atendimento da #opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem –, planos feitos com simplicidade são tão importantes quanto os planejamentos complexos. “Defendo fervorosamente que a simplicidade pode ser mais eficaz que a complexidade, porque na simplicidade existe a desmistificação. O plano estratégico é o norte para onde vamos e o empreendedor necessita de respostas simples e diretas”.

Algumas dúvidas são corriqueiras para a maioria dos empreendedores que ainda não tem um negócio bem definido e/ou está começando em algo novo. Estas questões básicas devem encabeçar um plano estratégico, como as destacadas por Ivan a seguir: “Com quem vamos?”, “Quando vamos?”, “Com o que vamos?”, “Quanto investiremos?” e “O que queremos?”.

Mais abaixo veja um guia de perguntas básicas de como começar um plano estratégico.

É preciso ser cuidadoso com planos estratégicos, pois apesar de ser considerada uma grande ferramenta de gestão, os planos muito complexos podem gerar dificuldade para o pequeno empresário e, principalmente, para o operador do negócio.

Para o diretor de atendimento Ivan Alatxeve, o operador pode ser o mais prejudicado com planos estratégicos complexos e, consequentemente, o empresário, que não terá o resultado esperado. “É preciso ter o seguinte em mente: o planejamento é a linha-mestra e deve ter um desdobramento também simples da parte tática, que são as ações que devemos ter para cumprir o plano de negócio, quanto mais direto e simples for, melhor”.

O plano estratégico, mesmo que simplificado, é o norte de tudo e uma empresa sem norte pode estar fadada a fechar as portas antes mesmo de obter qualquer resultado mais expressivo, antes mesmo do retorno de investimento de tempo e dinheiro.

Seguem abaixo algumas perguntas necessárias para começar a montar um plano estratégico:

PARA ONDE IR?
Qual o caminho a seguir;

COM QUEM IR?
Parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros;

QUANDO IR?
Qual é o tempo previsto para ir;

COM O QUE IR?
Será utilizada a estrutura atual, o pessoal atual, o modelo de negócio atual e/ou com novas frentes, ou será necessário algo completamente novo;

QUANTO INVESTIR?
É extremamente importante saber o custo do negócio;

O QUE DESEJA?
Não se pode definir objetivos sem saber o que se deseja.

E não pode faltar o desmembramento simples das atividades que precisam ser realizadas, como um plano tático e os indicadores de performance (KPI’s).

Para um ciclo de planejamento estratégico pode se usar ainda o método PDCA, um dos mais conhecidos e antigos conceitos de gestão do mundo. Sua origem se deu a partir do ciclo de Shewhart, engenheiro norte-americano que foi o introdutor do controle estatístico para o controle da qualidade há mais de 70 anos. Mas os fragmentos que lhe deram origem se desenvolveram ao longo de, pelo menos, 300 anos de pensamento filosófico.

 A sigla “PDCA” em inglês significa “Plan, Do, Check, Act”, e traduzida é definida como:

P – Planejar
D – Desenvolver/Fazer/Realizar/Executar
C – Checar/Avaliar
A – Agir

Com esses conceitos introdutórios já é possível ter um pouco mais de noção sobre planejamento estratégico e se precisar de ajuda para planejar o seu negócio, consulte a agência #opend, que é especializada em estratégia de marketing e design e vem, há mais de sete anos, construindo bons relacionamentos e ajudando empreendedores, pequenos e médios empresários e investidores individuais a terem sucesso nos seus negócios.

Para saber mais acesse:
www.opend.com.br

 

Vejam ainda alguns conteúdos relevantes sobre o tema:

10 passos para montar um planejamento estratégico, do portal Comunique-se:
http://portal.comunique-se.com.br/jo-com/73277-10-passos-para-montar-um-planejamento-estrategico-de-comunicacao

Anhembi Morumbi – Planejamento estratégico de comunicação:
http://www2.anhembi.br/html/ead01/estrategias_com_midia_eletronica/aula2.pdf

Vantagens e desvantagens da relação comercial entre casais

29 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Como fazer com que a relação comercial entre casais seja harmoniosa e atinja os resultados esperados.

Amor & Business
Amor & Business

Quando a parceria extrapola o casamento e invade os negócios, o que fazer? Como conciliar a vida pessoal com a profissional junta e ao mesmo tempo saber separá-la? Nesse novo artigo sobre empreendedorismo, que é muito mais sobre comportamento e relações humanas, exploramos o processo de um casal de empreendedores, que convive com a rotina de trabalhar e viver juntos.

Mas como será que funciona esta troca e quais as vantagens e desvantagens de viver essa experiência? Por exemplo, a troca pode ter uma dinâmica diferente se a relação comercial do casal acontecer em home office ou em um escritório fora de casa, e em ambas as situações existem vantagens e desvantagens.

No modelo home office fica muito mais evidente que a relação comercial vai fazer parte (pequena ou grande) da relação do casal; as pessoas se fundem e acabam fatalmente misturando um pouco de cada coisa nas duas relações, casamento e sociedade, principalmente porque o principal símbolo da vida do casal, a “casa” ou o “lar”, está envolvido nas duas relações.

Já no escritório fora de casa, o casal geralmente pode criar uma “métrica” diferente para cada uma das partes, o que fica até mais simples de levar, mas não significa que não tenham suas peculiaridades e dificuldades também.

Como lidar, então, com essa situação sem atrapalhar a relação do casal e do negócio? Para Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding [estratégia e design], ao iniciar uma relação comercial é fundamental estabelecer as regras e testar os modelos, até encontrar um formato que seja bom para o casal. Fabiana é sócia do marido, Ivan Alatxeve, que fundaram a #opend há mais de sete anos, sendo que por cinco anos a agência funcionou em home office e agora estão em escritório fora de casa.

“Crie as regras, faça testes, avalie formatos e vivencie-os para ver se funciona, isso é fundamental. Algumas relações comerciais não dão certo porque as regras do jogo e as funções não estão claras”, comenta Fabiana.

Para a designer é muito importante ter as funções e responsabilidades definidas: “Precisamos entender que cada indivíduo dessa relação tem dons, talentos e aptidões diferentes, então devemos nos aplicar onde temos domínio, e deixar claro, combinar, negociar e testar o que cada um deve fazer. Lembrando que sempre é importante revalidar para saber se tudo está funcionando bem, se todos estão felizes e se o negócio está caminhando como esperado”, salienta.

Outra regra fundamental é saber separar as contas pessoais das da empresa, já que na maioria das vezes a fonte de renda é a mesma para o casal. Uma coisa é certa nessa matemática dos negócios, as contas nunca devem e nunca podem se misturar. No entanto, muitos empresários, pequenos e médios empreendedores e outras empresas familiares deixam isso se confundir e certamente cometem o maior erro para o seu negócio.

Ivan, que além de diretor de relacionamento também está à frente da administração da #opend, lembra que quando começaram o negócio tiveram que calcular o ponto de equilíbrio do casal para saber o quanto necessitariam de dinheiro para a cobertura das contas pessoais, para estabelecer um pró-labore, ou salário pelo trabalho, além de atribuir os custos globais da empresa. Partindo desse princípio somaram a necessidade de pró-labore, aplicaram os impostos e descobriram o ponto de equilíbrio da empresa.

“O primeiro passo é ter isso claro, depois definir a necessidade de reinvestimento no negócio, como, por exemplo, investir em máquinas, pessoas, processos, entre outros, para conseguir definir lucro e saber o quanto deste lucro vai ser do casal e o quanto deste lucro vai ser reservado para uma segurança da empresa, como capital de giro, ou mesmo cobertura em caso de meses negativos”, comenta o administrador.

Entre tantos outros fatores relevantes, um dos principais segredos do sucesso da relação comercial entre casais é combinar e definir bem as regras antes mesmo da sociedade começar. O casal precisa ter em mente que uma relação comercial é o estabelecimento de algo novo para os indivíduos numa relação que já existe e por isso exige extremo cuidado e planejamento.

Estamos diante de um caso de sucesso entre esse tipo de relação. Para os sócios da Opend, sucesso foi ter conseguido passar por estas etapas juntos, ter planejado a empresa, feito ajustes de rota, estabelecido as regras do jogo e, sem dúvidas, isso pode ser considerado um triunfo.

Outro fator de êxito que devemos destacar é que o casal consegue manter uma relação íntegra e, apesar dos desgastes profissionais, jamais deixaram de olhar um para o outro e saber que existe amor envolvido.

Para finalizar, Ivan destaca que o maior resultado de sucesso do negócio da Opend é poder dizer que todos os projetos que fizeram existiram graças à boa relação do casal e à participação deles em conjunto com o cliente. “O cliente percebe a importância de ser atendido pelos sócios e percebem também quando os sócios estão envolvidos nos processos que fazem parte do trabalho”.

Cansado do mundo corporativo? Nunca é tarde para recomeçar

15 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!
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Empreendedorismo – Mundo Corporativo

Investir em algo novo pode ser o que faltava para sua vida deslanchar. Saiba como se preparar e quais as melhores opções do mercado

Se você é um profissional de comunicação e pensa em investir em um novo negócio próprio, qual o caminho a seguir? Quais as opções mais relevantes e que estão em alta no mercado de comunicação? São inúmeras as questões com as quais dormimos e acordamos e que, na maioria das vezes, não saem do papel e nem dos pensamentos.

Mudanças representam inseguranças e desconforto, principalmente para quem se preparou a vida toda para seguir uma carreira no mercado corporativo, fluência em inglês e outras línguas, MBA, pós-graduação, doutorado, ou seja qual for as suas qualificações, ao sair do mundo corporativo elas não ficarão para trás; pelo contrário, podem ser aplicadas em um novo negócio e ainda com a vantagem da motivação extra de quem realmente quer investir tempo e dinheiro em algo próprio.

Veja algumas dicas que poderão ajudá-lo a tornar possível o sonho de empreender por conta própria:

1. LEVANTE AS PRINCIPAIS RAZÕES PELA QUAL QUER MUDAR.

Não aguenta mais a sua rotina de trabalho? Gostaria de conviver com pessoas que compartilham dos seus planos e ideias? Não quer seguir as regras da empresa que não concorda? Além disso, está estagnado no atual trabalho, não tem mais para aonde crescer e nem aprender? O mercado está incerto e você está perdendo cada vez mais espaço? Gostaria de mais motivação e qualidade de vida? Tudo isso contribui para as insatisfações e vontade de mudanças. Portanto, faça uma lista do porquê gostaria de mudar no modelo profissional atual. E não se esqueça de ressaltar os prós e contras.

2. VOCÊ GOSTA DO QUE FAZ?

Uma importante forma de despertar o empreendedor que há em você é se perguntando se realmente gosta do que faz. A resposta a este questionamento poderá ser decisiva para o seu novo plano profissional.

3. PLANEJAMENTO É ESSENCIAL.

Não é possível ter confiança em algo novo sem que tenha um bom plano para seguir. E muito mais que isso, é preciso elaborar cada etapa desse plano, mesmo que de forma simples. Tente traçar um objetivo pelo qual quer mudar de emprego. Seja porque tem novas ideias e vontade de crescer, seja para ter mais qualidade de vida e realização profissional. Ou porque tem algum dinheiro guardado e acredita que com sua experiência pode gerar algo lucrativo e prazeroso.

4. PERCA O TEMPO QUE FOR PRECISO NA PARTE DO PLANEJAMENTO.

Lembre-se de que o planejamento estratégico irá ajudá-lo a organizar as ideias, definir objetivos, criar um plano de ação e planejar cada uma das etapas. Se não se sente capaz de fazê-lo sozinho, busque a ajuda de profissionais. Existem serviços adequados para o tamanho do seu investimento e do negócio.

 5. NÃO ABANDONE O SEU EMPREGO ATUAL.

O mar não está pra peixe, logo, antes de deixar o cargo para seguir uma ideia empreendedora, avalie o mercado, faça planos, veja o quanto pode e quer investir e comece a arquitetar o novo projeto. Nesse plano é importante definir bem o tipo de negócio, o público que quer atingir, como está o mercado de atuação, previsão de gastos, expectativas e probabilidade de renda e, principalmente, a data para cada etapa do novo negócio.

6. O QUE ESTÁ EM ALTA NO SEU MERCADO DE ATUAÇÃO? AONDE INVESTIR NO MERCADO DE COMUNICAÇÃO?

Bem, a comunicação é muito extensa e se divide em diversas áreas de atuação. Levantamos algumas delas nas quais atuamos mais intensamente, como é o caso de design de embalagens, e podemos afirmar que o que está em alta é o redesign – tema que daremos uma atenção especial em outros capítulos da série Empreender da Opend.

Outro ponto bastante citado no artigo foi sobre planejamento estratégico, no qual diagnosticamos que a parte de construção de marcas, planejamento de marketing, gestão de marketing e marketing digital (planejamento, treinamento e gestão) estão em alta.

Fique de olho em parceiros de negócios (business partners), pois cada vez mais o mercado busca esse tipo de profissional, seja para investir junto ou fazer parte do time. O parceiro de negócio é um tipo de profissional que alinhado com o seu tipo de serviço fará a ponte entre o mercado de atuação e as pessoas. Um profissional com visão estratégica e contatos diversos, que poderá ampliar o alcance dos resultados.

*Continuem acompanhando os artigos da #opend, pois nos próximos falaremos mais detalhadamente sobre planejamento estratégico.

6. TENHA UMA RESERVA FINANCEIRA.

Como já falamos ter uma reserva financeira é fundamental para começar algo novo. Mesmo calculando todos os passos e definindo bem o plano estratégico, nem sempre o mercado reage tão rapidamente e muitas mudanças podem ser necessárias. Para que um novo investimento não acabe antes mesmo de começar, é preciso se planejar para os percalços do caminho, e só uma reserva financeira poderá te salvar, caso algo dê errado ou não for ao tempo planejado.

7. BUSQUE PARCEIROS QUE JÁ ATUEM NA ÁREA.

Deseja mesmo investir em algo novo, mas não sabe por onde começar? Existem empresas em buscas de parceiros ou de sócios investidores, como é o caso da Opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem – que está à procura de um sócio para o marketing de relacionamento.

 

Para saber mais, entre em contato: www.opend.com.br

 

Separador

Acompanhe alguns temas de quem largou o mundo corporativo para seguir sozinho no universo da comunicação.

Vídeo: publicitário deixa o emprego para dar aulas na internet: http://brunopinheiro.me/cursos/pequenas-empresas-grandes-negocios-tab/?src=Taboola&utm_source=Taboola&utm_medium=NOS_PEGN&utm_campaign=NOS&utm_source=taboola&utm_medium=referral

Empreender pode ser uma alternativa na crise: http://blog.opend.com.br/?p=240

Dicas de como empreender em comunicação: http://consumidormoderno.com.br/index.php/component/k2/item/31429-7-dicas-de-como-empreender-em-comunicacao

7 dicas imprescindíveis para o home office prosperar

3 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Conheça as vantagens e os cuidados para tornar o trabalho em casa prazeroso e compensador

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Nessa etapa da série sobre empreendedorismo, nosso objetivo é dar dicas de quem vivenciou o home office e obteve sucesso. Veja o que se deve fazer para não cair em armadilhas cotidianas e quais os caminhos para progredir.

1. Busque qualidade de vida 

A primeira vantagem é a mudança de direção na vida de quem escolhe essa modalidade. Mais conforto, melhor fluxo, uma vida mais “slow”, tranquila, aonde os ganhos são tangíveis, principalmente na qualidade de vida.

2. Mantenha contatos profissionais

Pode-se afirmar que manter conexão com outros profissionais fora do home office é muito saudável, assim como receber profissionais em seu home office também é fundamental. O home office pode gerar um isolamento, mas se incluir isso na rotina a tendência é de sucesso.

3. Defina bem os papéis de cada um

Se o negócio é em família, é extremamente importante definir os papéis de cada um, definir um tempo para permanecer com o home office, fazer adequações de modo a ter um ambiente que equilibre e harmonize as coisas. Uma dica do experiente no assunto home office, Ivan Alatxeve, diretor de relacionamento da #opend – agência de designer especializada em designer de produtos – é “faça terapia antes de envolver sua família nisso, faça como prevenção, isso também é fundamental e pode ajudar bastante, além de prepará-los para os próximos passos”.


Leia mais… “7 dicas imprescindíveis para o home office prosperar”

Uma história de pioneirismo e sucesso ao melhor estilo home office

26 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Horários flexíveis, qualidade de vida, opção de alimentação mais saudável, redução de custo, ganho com tempo de deslocamento, entre outras vantagens contribuem para tornar o trabalho em casa uma ótima oportunidade. Imagine, então, se este ambiente estiver sido planejado e estruturado para receber também um escritório desde a sua construção?

Mas nem todo mundo pode vivenciar essa situação; além de ter um trabalho que permita, é preciso planejar e levar a sério para que tudo dê certo. Entretanto, se for possível e for a sua vontade, vá em frente, trabalhar em casa pode ser muito gratificante.

Como estamos fazendo uma série de matérias sobre empreendedorismo, continuamos a retratar a história do casal Ivan Alatxeve e Fabiana Batista, mesmo porque eles foram um dos precursores do home office quando poucos empreendedores se arriscariam neste caminho. Principalmente porque o escritório da #opend – agência especializada em design de embalagem – funcionou por mais de sete anos no loft do casal, que desde o início foi construído pensando nesta funcionalidade.


Leia mais… “Uma história de pioneirismo e sucesso ao melhor estilo home office”

Empreender pode ser uma alternativa na crise

17 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

empreenderismo_post1Quando a aposta no negócio em família transforma o plano B em plano A

O ano sempre começa com promessas de algo novo, como se devêssemos concluir um ciclo e ter que iniciar outro. Alia-se este fato às incertezas do mercado, com cargos e postos de trabalho sendo extintos ou substituídos, e à vontade de fazer algo diferente. É quando começamos a pensar em como fazer com que o plano B vire plano A.

Para quem pensa em sair do mundo corporativo, ou já saiu, uma das apostas é ter um negócio em família. Sim, é possível e pode representar vários ganhos, tanto em qualidade de vida, quanto em rentabilidade e sucesso.

O casal Ivan Alatxeve, administrador de empresa, e Fabiana Batista, designer, vieram do mundo corporativo e de empresas consolidadas no mercado. Ivan fez sua carreira em indústrias de alimentos e operadores de franquias, sendo que sua última participação dentro do mundo corporativo foi na General Mills, detentora da marca Häagen-Dazs. Já Fabiana é designer especializada em embalagens e construiu sua carreira em indústrias gráficas e agências de design.

O negócio familiar começou a ser idealizado em 2007 quando Ivan completou 35 anos. “Teoricamente eu tinha vivido 50% da perspectiva de vida, o que me chamou a atenção foi o fato de que tive a sensação que o tempo passou rápido demais. Naquele momento decidi que queria viver a minha nova etapa de vida de uma forma diferente, ajoelhei e pedi para Deus guiar minhas decisões”.

O administrador não sabia tudo o que queria fazer, mas tinha a certeza do que não queria mais, e saber o que não quer é fundamental para tomar decisões mais assertivas. Nesse momento decidiu que não continuaria mais no mundo corporativo.

Ao dividir a experiência com a esposa tiveram o propósito de formatar um negócio no qual os dois pudessem estar envolvidos. No final de 2008 concluíram o processo de formação da #opend – agência especializada em design de embalagem – e imediatamente iniciaram os contatos com as pessoas que conheciam para falar sobre o projeto.

“Fomos muito bem recebidos no mercado, o projeto tinha consistência e o plano de negócio estava muito bem elaborado. Contamos com a ajuda dos amigos e oficialmente em março de 2009 a #opend foi contratada para o primeiro serviço, que nada menos era do que participar da campanha de 90 anos da marca Vigor”,  destaca Ivan.

A #opend nasceu com um plano de negócios que contemplava dentro da mesma plataforma dois serviços, um deles envolvendo design e outro envolvendo consultoria de negócios. Em alguns momentos estas atividades andavam paralelas sem relação com o mesmo cliente e em outros casos eles se juntavam. Portanto, o negócio já iniciou com duas frentes, o que minimizou o risco e aumentou a procura.
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Deixe o zika pra lá!

4 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

IMG_4968Caia sem medo na folia e não deixe que a dengue e seus aliados invadam o seu carnaval.

“Sai Zica que eu tô forte. Tu vai precisar de muito azar pra ganhar a minha sorte” é a frase inicial da música “Sai Zica”, da banda de hip hop Viralataz, que escolhemos para fazer alusão ao vilão mais comentado na atualidade em terras tupiniquins. O aedes aegypti é uma ameaça tão crescente que virou letra de música, ganhou inserções permanentes nos noticiários da TV e demais canais de comunicação on e offline. A falta de controle tomou proporções tão grandes que levou o exército brasileiro para as ruas e até o Tio Sam vem tentando interferir sobre a epidemia. Diante disso, como cair na folia sem preocupar?


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Por que não participamos de concorrência

22 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Por que não participamos de concorrência. opend . design feito sob medida

É muito peculiar o que a iniciativa privada conseguiu com as grandes agências de publicidade ao criar esse processo bizarro de concorrência. Porque em nada ela se assemelha aos processos de licitação, quando a competição se dá pela proposta de um projeto que tem como princípio de comparação os valores cobrados. E apenas.
Leia mais… “Por que não participamos de concorrência”

O que é um atendimento humanizado

21 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

O que é um atendimento humanizado. opend . design feito sob medida.

Não há dúvida do quanto nossa era digital tem nos levado a novas ações e, paralelamente, a novas reflexões em níveis e volumes jamais vistos antes. Todo mundo quer ter uma voz e, mais do que isso, todo mundo quer ser ouvido. E se isso pode parecer apenas um quadro do comportamento das redes sociais, na realidade, isso apenas deixa claro e evidente o quanto estamos em busca de conexões. Se há um modelo que as principais consultorias de trendwatching no mundo têm apontado nos últimos anos é uma espécie de “volta às raízes” – sobretudo nas áreas urbanas. Ciclovias e estímulo ao uso de bikes, plantio e consumo de orgânicos localmente, diminuição do consumo e do ritmo de vida são apenas alguns exemplos.


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As vantagens de ser pequeno

12 de maio de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!
Estudio de design, design de embalagem e design de produto.
As vantagens de ser pequeno. Opend . design feito sob medida.

Não é preciso muito para entender as razões dos complexos de inferioridade que ficam à mostra nas diversas esferas da sociedade brasileira. A história do Brasil justifica muitos desses complexos que são compensados com manias de grandeza. Quantas frases você já não ouviu acompanhadas dos adjetivos “o maior da América Latina” ou “o melhor do mundo” para nossas belezas naturais, nossos jogadores de futebol, nosso carnaval, nossas construções arquitetônicas?


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