Yes, nos somos barbudos e garbosos!

13 de novembro de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Um privilégio desenvolver produtos para o mercado de beleza masculina, que esta em franca expansão! Melhor ainda e ver esses homens garbosos, cheios de atitudes e colocando literalmente suas barbas de fora!

E por que tantos homens da noite para o dia resolveram ter barbas? Dormiram e acordaram barbudos? Provavelmente não, essa é uma tendência que vai além de fronteiras brasileiras e chega fresquinha do mundo dos influencers digitais, ditando moda e enchendo os barbudos de atitude.

Muitos dizem que ter barba é moda, outros afirmam que é estilo de vida. Mas vai muito além do modismo, barbudos de verdade estão se achando mais bonitos, estilosos, charmosos e isso não tende a acabar.

Junto com as tendências e influencias vem o fato de que o mercado esta mais preparado para atender as necessidades de quem quer ter uma barba grande, que está vinculado a uma demanda de cuidados especiais.

Se antigamente muitos homens não deixavam a barba crescer pela falta de opções de produtos para os cuidados, com o “boom “das barbearias e produtos de qualidade no mercado, o número de barbudos tende a crescer cada vez mais.

Então vamos lá…. tem muito assunto sobre o mundo dos beardeds! Mas o nosso foco é no branding!

A concepção de branding desenvolvido pela Opend

Há poucos meses desenvolvemos a concepção de marca Garboso e seus produtos, uma delicia de job que nos trouxe muitas alegrias em fazer parte, não somente pelo fato do segmento de barbearias estar em franca expansão e oferecer muitas oportunidades, mas o nosso “Boss” é um barbudo de carteirinha e incorporou definitivamente o “Bearded Man”, o que contribuiu para o projeto.

Bruno Tomaz, idealizador da Garboso!

Se em uma das frentes do projeto estava o nosso boss barbudo, do outro lado estava idealizador do Garboso, Bruno Tomaz, que já usa barba há alguns anos e sempre gostou de deixar a sua barba em ordem (segundo ele) e hidratada, mesmo antes da febre dos barbudos.

“Sempre usei produtos para barba de muitas marcas, mas nunca achei uma que me atendesse 100%. Portanto, resolvi criar a minha própria marca, em um momento que me encontrava desempregado e próximo a ter um filho. Vi que aquela era de arriscar, de fazer algo que eu gostasse e que desejava há anos”, comenta Bruno.

Foi um encontro perfeito, dois barbudos liderando o projeto de um produto com característica handmade e a Opend com o seu formato de design sobre medida, o que contribuiu muito para o resultado da marca.

Bruno descreve que o grande diferencial da Garboso é exatamente o fato de ser handmade, algo muito valorizado hoje pelos clientes deles, pois difere da maioria do que existe no mercado.

“Ser 100% natural e ter uma identidade original sempre foi a grande aposta do negócio e quando recebemos as primeiras amostras de design, foi paixão à primeira vista. Uma marca original, robusta, elegante e garbosa… rsrs. Exatamente como imaginávamos, tínhamos então, um produto de qualidade e marca incrível. O que nos deu uma força absurda para nos posicionarmos no mercado e avançar com o comercial”, enfatiza Bruno!

“Desde a criação da marca, até o público alvo, a OpenD foi incrível e inovadora. Não é só colocar um produto novo no mercado, mesmo que com a “cara ótima”, é preciso ter um plano de atuação todo desenhado, saber onde quer chegar e para quem oferecer o produto, fez toda a diferença para o sucesso que estou alcançando com a marca. Acredito que sem a OpenD, o caminho seria muito mais longo e inserto”, afirma o idealizador da Garboso.

Ele ainda acrescenta sobre a concepção da marca como um diferencial do negócio. “Todos adoram o macaquinho e o nome que, diferente das outras marcas, não é um “barba x”, “barba y” ou um “barber alguma coisa”. O visual do produto é completamente original e isso agrega demais ao produto final”.

A Garboso iniciou suas atividades comerciais no mês de julho, de 2017, e já se encontram posicionados em barbearias de renome, que inclusive, vendem produtos das mais conhecidas marcas do mercado.

O mercado de beleza masculina segue aquecido, para saber mais sobre essas tendências veja o excelente artigo da Apas – Associação Paulista de Supermercados.

A Opend é especialista em concepção e criação de branding, fazemos ainda, todo o diagnostico e planejamento do seu negócio ou produto. Vamos falar mais? opend@opend.com.br ou através do (11) 3232-1718

Design de embalagem: do food service ao varejo alimentício

16 de junho de 2016 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Você sabe o que é food service? É a relação de negócios entre empresas do setor alimentício – B2B (business to business), definido como a venda de alimentos e bebidas para consumo imediato, preparados por operadores (bares, restaurantes, padarias, lanchonetes, entre outros). Toda a alimentação realizada fora do lar ou até mesmo a refeição comprada pronta para consumo, independente de onde será consumida, é caracterizada como food service.

O mercado de food service envolve toda uma cadeia de produção, distribuição de alimentos, insumos, equipamentos e serviços orientados a atender estes operadores, que, por sua vez, preparam e fornecem alimentos e bebidas prontos para o consumo.

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação – ABIA – as vendas da indústria para o setor avançaram 12,4% no primeiro semestre de 2015 em comparação ao mesmo período de 2014 – ano em que o segmento registrou alta de 13,6% e faturou R$ 132,5 bilhões, últimos dados do segmento informados pela organização.


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Redesign para bens de consumo, a bola da vez

20 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

RedesignA crise da economia atual vem direcionando mercados e os conduzindo, muitas vezes, para novas alternativas. E, assim, o redesign se transformou na melhor opção do momento para empresas que necessitam repaginar suas marcas e produtos por preços mais acessíveis.

Desta forma, as propostas de redesign em marcas de bens de consumo já consagradas e que necessitam, digamos, ser reestilizadas ou atualizadas vem ganhando força. Podemos dizer que o redesign é uma ferramenta utilizada para reorganizar, corrigir algo em um produto que atingiu a sua maturidade, ou não, sem mexer muito nos elementos-chaves já determinados no design da linha, que pode estar relacionado tanto à rotulagem quanto à sua embalagem.

Para definir de forma simples o redesign, vamos pensar em uma marca como se ela fosse uma pessoa e teríamos a seguinte situação: ao longo dos anos aquela roupa que vestimos precisa se tornar adequada ao momento e tempo em que vivemos; do contrário, seríamos taxados de velhos, antiquados e seria incomum ver alguém nos dias de hoje usando roupas do século passado, não é mesmo?

Olhando um pouco para a história, escolhemos os anos 80 para contextualizar o que estamos falando, por meio de marcas que fizeram sucesso na época e que hoje foram completamente reestilizadas: Pepsi, Coca-Cola, All Star, Nestlé, Kibon, Levi´s, assim como marcas de carros como Fiat, GM, Volkswagen, entre tantas outras que, se não tivessem passado pelo processo de redesign, estariam completamente ultrapassadas. Através da história podemos explicar e exemplificar o redesign, pois as duas coisas caminham juntas.

Redesign, um mercado em alta

O mercado de redesign está em alta. Quem afirma isso é Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding estratégia e design. “Com o mercado atravessando uma crise econômica, muitas empresas interromperam os lançamentos de produtos; isso fez com que a maioria delas voltasse a olhar para o portfólio, e é normal encontrarem a necessidade de fortalecer apelos importantes da linha os evidenciando ou dando a eles uma nova ‘cara’ para tirar o produto do lugar comum e levar para um novo patamar. Pequenas modificações podem fazer verdadeiros milagres quando submetidos ao olhar especialista”.

No entanto, como tudo, existem algumas questões que precisam ser bem observadas para que a reestruturação da marca não se transforme em desvantagem para o seu produto. “A principal delas é que se o redesign não for feito obedecendo às bases da marca pode descaracterizar um produto e correr o risco dele não ser mais reconhecido pelo consumidor. Existem casos de redesign que não respeitaram o DNA da marca e isso certamente gerou uma grande confusão na cabeça dos consumidores”, explica Fabiana.

Segundo dados levantados pela #opend, mesmo não sabendo se isto representa manifestação do mercado em geral, o redesign tem ocupado um percentual crescente dentro do design de embalagens. O redesign subiu de 30% de solicitações, em 2014, para quase 70% em 2015, o que mostra uma tendência expressiva, pois há dois anos o percentual era o contrário do que temos hoje.

O mercado de alimentos e bebidas, no qual a #opend tem forte atuação, por exemplo, vem utilizando a prática de redesign de forma progressiva a cada ano.

Para exemplificar todo o contexto, citamos alguns cases da #opend na prática: em 2009 a Vigor queria reposicionar o design de seus produtos, justamente na ocasião em que a companhia estava completando 90 anos, e queria mostrar para o mercado que ela continuava forte, viva e que seus produtos que estavam na curva de maturidade (a exemplo do leite UHT e de toda linha de iogurtes) estavam recebendo esta “injeção” de força e que, sequencialmente, produto a produto receberia este redesign.

Foi então que a #opend criou um conceito monolítico, ou seja, uma comunicação integrada, para toda família de produtos Vigor. Esta comunicação foi entendida para cada SKU (Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), que é ligado à logística de armazém e designa os diferentes itens do estoque, estando normalmente associado a um código identificador.

“A companhia conseguiu comunicar claramente para os consumidores o novo momento da marca, sem perder a conexão com seu consumidor e conseguiu estender a campanha para grupos de produtos diferentes e, consequentemente, participar de gôndolas de exposições diferentes (resfriadas, congeladas e secas) com o mesmo conceito; isso fortaleceu famílias de produtos que não tinham muita expressão, pois os consumidores perceberam que aqueles itens também faziam parte do portfólio Vigor”, destaca Fabiana.

Na ocasião a ação foi muito positiva para a empresa, que, inclusive, replicou este conceito para todos os demais produtos que seriam lançados no calendário de inovação, ou seja, houve uma transposição do conceito de redesign para o design de novos produtos também.

A agência foi responsável, ainda, pelo redesign das linhas Ecologie Fios e Corpo, da Bril Cosméticos, que tinha a missão de melhorar a organização das informações e facilitar ao consumidor o melhor entendimento do mix de produtos; além do redesign da linha de Amaciantes Concentrados Mon Bijou, da Bombril, e do Rei do Mate, cliente de franquia e varejo da agência, no reposicionamento da comunicação dos materiais de ponto de venda das lojas.

Por fim, pode-se afirmar pela sua história e por um posicionamento de mercado, que a #opend defende e apoia o redesign: “Deve-se entender que todo produto atinge a maturidade e precisa continuar se conectando com a mudança de comportamento do seu consumidor. Até porque, às vezes, um produto precisa ser reposicionado para atingir o que ele foi projetado para ser e porque redesenhar pode ser uma alternativa econômica muito boa”, finaliza a diretora de criação.

Conheça toda a linha Ecologie.

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Cansado do mundo corporativo? Nunca é tarde para recomeçar

15 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!
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Empreendedorismo – Mundo Corporativo

Investir em algo novo pode ser o que faltava para sua vida deslanchar. Saiba como se preparar e quais as melhores opções do mercado

Se você é um profissional de comunicação e pensa em investir em um novo negócio próprio, qual o caminho a seguir? Quais as opções mais relevantes e que estão em alta no mercado de comunicação? São inúmeras as questões com as quais dormimos e acordamos e que, na maioria das vezes, não saem do papel e nem dos pensamentos.

Mudanças representam inseguranças e desconforto, principalmente para quem se preparou a vida toda para seguir uma carreira no mercado corporativo, fluência em inglês e outras línguas, MBA, pós-graduação, doutorado, ou seja qual for as suas qualificações, ao sair do mundo corporativo elas não ficarão para trás; pelo contrário, podem ser aplicadas em um novo negócio e ainda com a vantagem da motivação extra de quem realmente quer investir tempo e dinheiro em algo próprio.

Veja algumas dicas que poderão ajudá-lo a tornar possível o sonho de empreender por conta própria:

1. LEVANTE AS PRINCIPAIS RAZÕES PELA QUAL QUER MUDAR.

Não aguenta mais a sua rotina de trabalho? Gostaria de conviver com pessoas que compartilham dos seus planos e ideias? Não quer seguir as regras da empresa que não concorda? Além disso, está estagnado no atual trabalho, não tem mais para aonde crescer e nem aprender? O mercado está incerto e você está perdendo cada vez mais espaço? Gostaria de mais motivação e qualidade de vida? Tudo isso contribui para as insatisfações e vontade de mudanças. Portanto, faça uma lista do porquê gostaria de mudar no modelo profissional atual. E não se esqueça de ressaltar os prós e contras.

2. VOCÊ GOSTA DO QUE FAZ?

Uma importante forma de despertar o empreendedor que há em você é se perguntando se realmente gosta do que faz. A resposta a este questionamento poderá ser decisiva para o seu novo plano profissional.

3. PLANEJAMENTO É ESSENCIAL.

Não é possível ter confiança em algo novo sem que tenha um bom plano para seguir. E muito mais que isso, é preciso elaborar cada etapa desse plano, mesmo que de forma simples. Tente traçar um objetivo pelo qual quer mudar de emprego. Seja porque tem novas ideias e vontade de crescer, seja para ter mais qualidade de vida e realização profissional. Ou porque tem algum dinheiro guardado e acredita que com sua experiência pode gerar algo lucrativo e prazeroso.

4. PERCA O TEMPO QUE FOR PRECISO NA PARTE DO PLANEJAMENTO.

Lembre-se de que o planejamento estratégico irá ajudá-lo a organizar as ideias, definir objetivos, criar um plano de ação e planejar cada uma das etapas. Se não se sente capaz de fazê-lo sozinho, busque a ajuda de profissionais. Existem serviços adequados para o tamanho do seu investimento e do negócio.

 5. NÃO ABANDONE O SEU EMPREGO ATUAL.

O mar não está pra peixe, logo, antes de deixar o cargo para seguir uma ideia empreendedora, avalie o mercado, faça planos, veja o quanto pode e quer investir e comece a arquitetar o novo projeto. Nesse plano é importante definir bem o tipo de negócio, o público que quer atingir, como está o mercado de atuação, previsão de gastos, expectativas e probabilidade de renda e, principalmente, a data para cada etapa do novo negócio.

6. O QUE ESTÁ EM ALTA NO SEU MERCADO DE ATUAÇÃO? AONDE INVESTIR NO MERCADO DE COMUNICAÇÃO?

Bem, a comunicação é muito extensa e se divide em diversas áreas de atuação. Levantamos algumas delas nas quais atuamos mais intensamente, como é o caso de design de embalagens, e podemos afirmar que o que está em alta é o redesign – tema que daremos uma atenção especial em outros capítulos da série Empreender da Opend.

Outro ponto bastante citado no artigo foi sobre planejamento estratégico, no qual diagnosticamos que a parte de construção de marcas, planejamento de marketing, gestão de marketing e marketing digital (planejamento, treinamento e gestão) estão em alta.

Fique de olho em parceiros de negócios (business partners), pois cada vez mais o mercado busca esse tipo de profissional, seja para investir junto ou fazer parte do time. O parceiro de negócio é um tipo de profissional que alinhado com o seu tipo de serviço fará a ponte entre o mercado de atuação e as pessoas. Um profissional com visão estratégica e contatos diversos, que poderá ampliar o alcance dos resultados.

*Continuem acompanhando os artigos da #opend, pois nos próximos falaremos mais detalhadamente sobre planejamento estratégico.

6. TENHA UMA RESERVA FINANCEIRA.

Como já falamos ter uma reserva financeira é fundamental para começar algo novo. Mesmo calculando todos os passos e definindo bem o plano estratégico, nem sempre o mercado reage tão rapidamente e muitas mudanças podem ser necessárias. Para que um novo investimento não acabe antes mesmo de começar, é preciso se planejar para os percalços do caminho, e só uma reserva financeira poderá te salvar, caso algo dê errado ou não for ao tempo planejado.

7. BUSQUE PARCEIROS QUE JÁ ATUEM NA ÁREA.

Deseja mesmo investir em algo novo, mas não sabe por onde começar? Existem empresas em buscas de parceiros ou de sócios investidores, como é o caso da Opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem – que está à procura de um sócio para o marketing de relacionamento.

 

Para saber mais, entre em contato: www.opend.com.br

 

Separador

Acompanhe alguns temas de quem largou o mundo corporativo para seguir sozinho no universo da comunicação.

Vídeo: publicitário deixa o emprego para dar aulas na internet: http://brunopinheiro.me/cursos/pequenas-empresas-grandes-negocios-tab/?src=Taboola&utm_source=Taboola&utm_medium=NOS_PEGN&utm_campaign=NOS&utm_source=taboola&utm_medium=referral

Empreender pode ser uma alternativa na crise: http://blog.opend.com.br/?p=240

Dicas de como empreender em comunicação: http://consumidormoderno.com.br/index.php/component/k2/item/31429-7-dicas-de-como-empreender-em-comunicacao

HUMANISMO + DESIGN A ESCASSEZ DE ÁGUA

3 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Humanismo mais Design - a escassez de água. opend . design feito sob medida.

Você, eu e muita gente como a gente vem sofrendo com essa questão emergencial.

Agora. Você, consegue imaginar especificamente o continente africano, onde, estima-se que 60% de suas fontes já estão entrando em esgotamento?

Os arquitetos Arturo Vittori e Andreas Vogler do estúdio Architecture and Vision, imaginaram e criaram uma solução com design sob medida o WarkaWater.


Leia mais… “HUMANISMO + DESIGN A ESCASSEZ DE ÁGUA”

O que é um atendimento humanizado

21 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

O que é um atendimento humanizado. opend . design feito sob medida.

Não há dúvida do quanto nossa era digital tem nos levado a novas ações e, paralelamente, a novas reflexões em níveis e volumes jamais vistos antes. Todo mundo quer ter uma voz e, mais do que isso, todo mundo quer ser ouvido. E se isso pode parecer apenas um quadro do comportamento das redes sociais, na realidade, isso apenas deixa claro e evidente o quanto estamos em busca de conexões. Se há um modelo que as principais consultorias de trendwatching no mundo têm apontado nos últimos anos é uma espécie de “volta às raízes” – sobretudo nas áreas urbanas. Ciclovias e estímulo ao uso de bikes, plantio e consumo de orgânicos localmente, diminuição do consumo e do ritmo de vida são apenas alguns exemplos.


Leia mais… “O que é um atendimento humanizado”