4 dicas essenciais na hora de pensar no design de embalagens

30 de maio de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Na hora de escolher um produto o indivíduo pode levar em consideração diversos fatores como preço, marca, quantidade, oferta e o design da embalagem. O foco de todos os fatores é o mesmo: chamar a atenção do indivíduo na hora da escolha e influenciar na decisão final pelo produto. E para se ter um bom resultado é importante considerar que é a embalagem que será responsável pela introdução do produto ao público, por isso nunca será perda de tempo investir nessa estratégia.

Atualmente, as opções são inúmeras e a diferença entre os produtos cada vez menos visível. O papel do design de embalagens é ter personalidade suficiente para cativar o cliente no ponto de venda entre tantos outras opções. Quantas vezes você já comprou um produto porque a embalagem era bonita ou criativa? Pois é.

Pensando nisso, aqui vão quatro dicas essenciais na hora de criar a embalagem do seu produto.

  1. Criatividade x Funcionalidade

Esse item pode soar conflitante, mas não necessariamente deva ser. É importante, no entanto, levar em consideração que a embalagem deve cumprir seu propósito. Se é uma caixa de suco, independente do seu design, ela precisa oferecer a melhor experiência para o usuário na hora do uso. Ser diferente é extremamente necessário, mas a inovação precisa ser aliada da funcionalidade.

  1. Explore Materiais

Os materiais utilizados devem ser escolhidos de acordo com o público-alvo, mas também carregam em si o posicionamento da marca. É sempre uma boa ideia prezar por materiais sustentáveis ou propor um meio de reciclagem/reutilização da embalagem para beneficiar o meio ambiente.

  1. Seja coerente: Embalagem, Rótulo e Produto

Uma das definições da palavra sincronia no dicionário é: qualidade do que ocorre ao mesmo tempo, podendo ter ou não uma relação entre si. No caso do design de embalagens, a embalagem, o rótulo e o produto precisam ter essa relação e conversar entre si de forma (visual e funcional) harmoniosa. A nossa Diretora de Arte, Fabiana Batista comenta que “…essa é a influência do Designer. Saber usar clains (destaque de palavras ou chamadas importantes) como ex: pague 300ml e leve 500ml. Além da diagramação, clareza de informação e bom gosto. Isso faz toda a diferença em uma embalagem!”.

  1. Menos is The New Black

A estética simples e minimalista agrega mais valor à embalagem conseguindo chamar a atenção do cliente de forma muito mais satisfatória do que uma estética carregada e poluída visualmente. Use as cores como cúmplices para remeter à sensações ou ter função de destaque visual para atrair o cliente. Elas são poderosas e a escolha delas está diretamente ligada ao objetivo maior do produto, assim como as palavras de destaque e chamadas importantes.

Como ter o melhor resultado?

Um bom resultado no design de embalagens é uma junção entre um bom planejamento e execução. Portanto, a escolha de uma equipe qualificada é papel fundamental para que a função de conversar diretamente com o cliente seja alcançada com sucesso pela embalagem. Afinal, também é através da embalagem que a marca chegará perto do cliente e desenvolverá um relacionamento.

Certamente você já deparou com algum design de embalagem que criamos, como algumas linhas da marca Bom Bril (Sapólio, Mon Bijou, Pinho Bril, Limpol, etc), Kopnhagem, Bunge Profissional, Brasil Cacau, materiais institucionais e de ponto de venda do Rei do Mate, entre tantos outros.

Se você estiver desenvolvendo ou quer dar uma cara nova a um produto, troca uma ideia com a gente. Nós da Opend – estratégia e design sob medida pra você – estamos há mais de 8 anos atuando com a criação e desenvolvimento de embalagens que ornam perfeitamente com sua e marca. Clica aí (http://opend.com.br/) e dá um oi pra gente.

Até a próxima e não deixe de dar uma espiadinha no blog, tem muitos outros conteúdos criados pensando em você.

As 10 habilidades de negociação essenciais para vendedores

11 de maio de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

De vendedor todo mundo tem um pouco, ou deveria ter. É muito importante saber como negociar sua ideia, produto ou serviço. Veja as dicas que a Hubspot preparou pra você aprender como negociar de maneira eficaz.

Você cotou um preço e enviou o contrato. Agora, é só o prospect assinar e o acordo estará feito. Você estava otimista durante as ligações de prospecção e acompanhamento.

Mas aí…recebe o e-mail temido: “Gostaria de conversar sobre alguns detalhes deste contrato antes de assinar.”

Mesmo que um vendedor tenha qualificado um prospect corretamente e gerenciado suas expectativas ao longo do processo de vendas, o acordo ainda poderá fracassar em uma negociação. O representante então precisa deixar de ser consultor para ser negociador e conduzir um acordo que seja bom para os dois lados, o dele e o da empresa do prospect.

Embora as negociações possam se arrastar em um número infinito de direções, os vendedores que dominarem as 10 habilidades de negociação a seguir estarão bem preparados para driblar as adversidades. Leia abaixo para ver uma explicação detalhada sobre cada habilidade.

1) Defina com antecedência as concessões que você está disposto a aceitar

No calor do momento, um desconto de 30% ou mais seis meses de suporte pode parecer perfeitamente aceitável. Só quando você volta para a sua mesa e começa a elaborar o contrato é que percebe que concordou com termos que não poderia ou deveria aceitar. Defina claramente os limites no descontos de preço, bônus ou outros acréscimos antes de se encontrar com seu prospect para ter certeza de que você chegará a um acordo vantajoso para ambos.

2) Deixe o prospect falar primeiro

Você apresentou os termos do acordo e o prospect gostaria de negociá-los. Deixe que ele inicie a conversa. Com a intenção de serem flexíveis, os vendedores geralmente ficam tentados a oferecer um desconto ou ajuste antes mesmo de o prospect abrir a boca. Mas você não sabe o que ele dirá! Assim como ocorre em outras áreas de vendas, vale a pena ouvir primeiro e só falar depois.

3) Não proponha um intervalo

Se o cliente preferir um desconto no preço da etiqueta do seu produto, não diga, “bem, provavelmente conseguirei reduzir o preço em 15 ou 20%”. Quem aceitaria 15% quando 20% foi oferecido? Sempre faça a cotação de um número ou valor específico e, em seguida, aumente ou diminua se for necessário. A palavra “entre” deve ser evitada a todo custo.

4) Evite dividir a diferença

De acordo com o especialista em vendas Art Sobczak, oferecer-se para dividir a diferença pode prejudicar mais do que se imagina. Por exemplo, se o produto ou serviço custa US$ 100 e o prospect quer um desconto de 50%, o vendedor não deve sugerir o valor de US$ 75 embora isso pareça o mais lógico a se fazer. Se o vendedor oferecer um leve desconto, mas ainda mantiver o número próximo ao preço original, o prospect provavelmente aceitará e a margem será maior para você.

5) Não coloque nada no papel até o término da conversa

As negociações podem se prolongar indefinidamente. Muitas ideias serão propostas, algumas serão aceitas, outras descartadas. Um vendedor deve ser sábio a ponto de só revisar o contrato no final da reunião e depois que todas as partes tiverem concordado verbalmente com os termos.

6) Negocie com o tomador de decisão

Essa dica pode parecer óbvia, mas, de acordo com John Holland, muitos vendedores cometem o erro de negociar com a pessoa errada. Isso significa que, quando a conversa começar com o verdadeiro tomador de decisão, ele provavelmente começará com o preço com desconto que já foi cotado na primeira reunião. Um ótimo resultado para o prospect, mas um péssimo negócio para o vendedor.

7) Obtenha algo em retorno pelas concessões

Relacionamentos saudáveis entre vendedor e cliente são baseados em respeito e confiança mútuos. Com isso em mente, os vendedores não devem aceitar cada uma das demandas de um prospect sem fazer suas próprias solicitações. Se forem capazes de manter a negociação interessante para ambos os lados, vendedores e clientes podem permanecer em condições de igualdade, o que é a base para um relacionamento vantajoso mútuo.

8) Expanda a conversa para além da questão financeira

O aspecto mais comumente negociado de uma venda é preço, então os vendedores devem estar preparados para falar sobre descontos. No entanto, como preço está atrelado a valor, e valor atrelado à percepção de um cliente e à satisfação com um produto, os vendedores devem considerar a oferta de outros itens ou bônus em vez de um preço menor. Tenha em mente que essa não é uma regra fácil e padronizada: as concessões específicas que um vendedor pode oferecer dependem da situação.

9) Mantenha o tom da conversa leve

Embora prospect e vendedor fiquem em lados opostos em uma mesa durante a negociação, eles serão parceiro se o negócio for assinado. Mantenha a conversa leve e agradável para evitar situações incômodas.

10) Afaste-se se for necessário

Vendedores não devem aceitar nenhuma situação desconfortável criada por prospects. Se as demandas não forem razoáveis ou lucrativas para a empresa, não tenha medo de se esquivar do negócio. Um cliente que só aceita assinar se o contrato for alterado radicalmente ou se o preço diminuir consideravelmente é mais propício a causar problemas mais adiante. E, como eles claramente não percebem muito valor na oferta, é apenas uma questão de tempo até se tornarem insatisfeitos. Desista pelo seu bem e o bem do prospect.

Fonte: HubSpot

Desmistificando o planejamento estratégico

11 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

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Saiba como um plano baseado em ideias simples pode trazer grandes benefícios ao seu negócio

Como é possível abordar o planejamento estratégico de forma clara, direta e simplificada, já que a própria palavra “plano estratégico”, na maioria das vezes, exige complexidade? Para tentar dar um foco no assunto tão abrangente e complexo, apresentamos colocações especificamente para as empresas de pequeno porte ou para um empreendedor individual, que esteja iniciando um negócio ou para quem já começou.

Fomos invadidos por uma cultura onde “mais” é sinônimo de melhor e quanto mais detalhado e abrangente for um plano “melhor”. Será?

Para quem não sabe, o planejamento estratégico é o desenvolvimento da base gerencial de uma empresa e os caminhos que ela deve seguir. É a definição dos objetivos para criar um conjunto de ações para a sua execução, levando em conta os aspectos internos e externos do negócio para alcançar o objetivo proposto.

Com um mercado em constante mudança, comportamento de consumidores mudando em ciclos, menos tempo para tudo na vida, então por que criar algo com complexidade? Às vezes planejamento estratégico pode ter ou ser sinônimo de algo rígido e imutável e isso é um erro; num planejamento estratégico devem-se criar linhas básicas de direcionamento, com espaço para periódicas revisões, com ajuste de rota constante, porque os ventos mudam e as condições climáticas também.

E como o ótimo é inimigo do bom, você pode deixar de fazer algo porque deseja o ótimo, mas o bom naquele momento pode atender e ser um degrau da evolução.

Para Ivan Alatxeve, diretor de atendimento da #opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem –, planos feitos com simplicidade são tão importantes quanto os planejamentos complexos. “Defendo fervorosamente que a simplicidade pode ser mais eficaz que a complexidade, porque na simplicidade existe a desmistificação. O plano estratégico é o norte para onde vamos e o empreendedor necessita de respostas simples e diretas”.

Algumas dúvidas são corriqueiras para a maioria dos empreendedores que ainda não tem um negócio bem definido e/ou está começando em algo novo. Estas questões básicas devem encabeçar um plano estratégico, como as destacadas por Ivan a seguir: “Com quem vamos?”, “Quando vamos?”, “Com o que vamos?”, “Quanto investiremos?” e “O que queremos?”.

Mais abaixo veja um guia de perguntas básicas de como começar um plano estratégico.

É preciso ser cuidadoso com planos estratégicos, pois apesar de ser considerada uma grande ferramenta de gestão, os planos muito complexos podem gerar dificuldade para o pequeno empresário e, principalmente, para o operador do negócio.

Para o diretor de atendimento Ivan Alatxeve, o operador pode ser o mais prejudicado com planos estratégicos complexos e, consequentemente, o empresário, que não terá o resultado esperado. “É preciso ter o seguinte em mente: o planejamento é a linha-mestra e deve ter um desdobramento também simples da parte tática, que são as ações que devemos ter para cumprir o plano de negócio, quanto mais direto e simples for, melhor”.

O plano estratégico, mesmo que simplificado, é o norte de tudo e uma empresa sem norte pode estar fadada a fechar as portas antes mesmo de obter qualquer resultado mais expressivo, antes mesmo do retorno de investimento de tempo e dinheiro.

Seguem abaixo algumas perguntas necessárias para começar a montar um plano estratégico:

PARA ONDE IR?
Qual o caminho a seguir;

COM QUEM IR?
Parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros;

QUANDO IR?
Qual é o tempo previsto para ir;

COM O QUE IR?
Será utilizada a estrutura atual, o pessoal atual, o modelo de negócio atual e/ou com novas frentes, ou será necessário algo completamente novo;

QUANTO INVESTIR?
É extremamente importante saber o custo do negócio;

O QUE DESEJA?
Não se pode definir objetivos sem saber o que se deseja.

E não pode faltar o desmembramento simples das atividades que precisam ser realizadas, como um plano tático e os indicadores de performance (KPI’s).

Para um ciclo de planejamento estratégico pode se usar ainda o método PDCA, um dos mais conhecidos e antigos conceitos de gestão do mundo. Sua origem se deu a partir do ciclo de Shewhart, engenheiro norte-americano que foi o introdutor do controle estatístico para o controle da qualidade há mais de 70 anos. Mas os fragmentos que lhe deram origem se desenvolveram ao longo de, pelo menos, 300 anos de pensamento filosófico.

 A sigla “PDCA” em inglês significa “Plan, Do, Check, Act”, e traduzida é definida como:

P – Planejar
D – Desenvolver/Fazer/Realizar/Executar
C – Checar/Avaliar
A – Agir

Com esses conceitos introdutórios já é possível ter um pouco mais de noção sobre planejamento estratégico e se precisar de ajuda para planejar o seu negócio, consulte a agência #opend, que é especializada em estratégia de marketing e design e vem, há mais de sete anos, construindo bons relacionamentos e ajudando empreendedores, pequenos e médios empresários e investidores individuais a terem sucesso nos seus negócios.

Para saber mais acesse:
www.opend.com.br

 

Vejam ainda alguns conteúdos relevantes sobre o tema:

10 passos para montar um planejamento estratégico, do portal Comunique-se:
http://portal.comunique-se.com.br/jo-com/73277-10-passos-para-montar-um-planejamento-estrategico-de-comunicacao

Anhembi Morumbi – Planejamento estratégico de comunicação:
http://www2.anhembi.br/html/ead01/estrategias_com_midia_eletronica/aula2.pdf

Vantagens e desvantagens da relação comercial entre casais

29 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Como fazer com que a relação comercial entre casais seja harmoniosa e atinja os resultados esperados.

Amor & Business
Amor & Business

Quando a parceria extrapola o casamento e invade os negócios, o que fazer? Como conciliar a vida pessoal com a profissional junta e ao mesmo tempo saber separá-la? Nesse novo artigo sobre empreendedorismo, que é muito mais sobre comportamento e relações humanas, exploramos o processo de um casal de empreendedores, que convive com a rotina de trabalhar e viver juntos.

Mas como será que funciona esta troca e quais as vantagens e desvantagens de viver essa experiência? Por exemplo, a troca pode ter uma dinâmica diferente se a relação comercial do casal acontecer em home office ou em um escritório fora de casa, e em ambas as situações existem vantagens e desvantagens.

No modelo home office fica muito mais evidente que a relação comercial vai fazer parte (pequena ou grande) da relação do casal; as pessoas se fundem e acabam fatalmente misturando um pouco de cada coisa nas duas relações, casamento e sociedade, principalmente porque o principal símbolo da vida do casal, a “casa” ou o “lar”, está envolvido nas duas relações.

Já no escritório fora de casa, o casal geralmente pode criar uma “métrica” diferente para cada uma das partes, o que fica até mais simples de levar, mas não significa que não tenham suas peculiaridades e dificuldades também.

Como lidar, então, com essa situação sem atrapalhar a relação do casal e do negócio? Para Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding [estratégia e design], ao iniciar uma relação comercial é fundamental estabelecer as regras e testar os modelos, até encontrar um formato que seja bom para o casal. Fabiana é sócia do marido, Ivan Alatxeve, que fundaram a #opend há mais de sete anos, sendo que por cinco anos a agência funcionou em home office e agora estão em escritório fora de casa.

“Crie as regras, faça testes, avalie formatos e vivencie-os para ver se funciona, isso é fundamental. Algumas relações comerciais não dão certo porque as regras do jogo e as funções não estão claras”, comenta Fabiana.

Para a designer é muito importante ter as funções e responsabilidades definidas: “Precisamos entender que cada indivíduo dessa relação tem dons, talentos e aptidões diferentes, então devemos nos aplicar onde temos domínio, e deixar claro, combinar, negociar e testar o que cada um deve fazer. Lembrando que sempre é importante revalidar para saber se tudo está funcionando bem, se todos estão felizes e se o negócio está caminhando como esperado”, salienta.

Outra regra fundamental é saber separar as contas pessoais das da empresa, já que na maioria das vezes a fonte de renda é a mesma para o casal. Uma coisa é certa nessa matemática dos negócios, as contas nunca devem e nunca podem se misturar. No entanto, muitos empresários, pequenos e médios empreendedores e outras empresas familiares deixam isso se confundir e certamente cometem o maior erro para o seu negócio.

Ivan, que além de diretor de relacionamento também está à frente da administração da #opend, lembra que quando começaram o negócio tiveram que calcular o ponto de equilíbrio do casal para saber o quanto necessitariam de dinheiro para a cobertura das contas pessoais, para estabelecer um pró-labore, ou salário pelo trabalho, além de atribuir os custos globais da empresa. Partindo desse princípio somaram a necessidade de pró-labore, aplicaram os impostos e descobriram o ponto de equilíbrio da empresa.

“O primeiro passo é ter isso claro, depois definir a necessidade de reinvestimento no negócio, como, por exemplo, investir em máquinas, pessoas, processos, entre outros, para conseguir definir lucro e saber o quanto deste lucro vai ser do casal e o quanto deste lucro vai ser reservado para uma segurança da empresa, como capital de giro, ou mesmo cobertura em caso de meses negativos”, comenta o administrador.

Entre tantos outros fatores relevantes, um dos principais segredos do sucesso da relação comercial entre casais é combinar e definir bem as regras antes mesmo da sociedade começar. O casal precisa ter em mente que uma relação comercial é o estabelecimento de algo novo para os indivíduos numa relação que já existe e por isso exige extremo cuidado e planejamento.

Estamos diante de um caso de sucesso entre esse tipo de relação. Para os sócios da Opend, sucesso foi ter conseguido passar por estas etapas juntos, ter planejado a empresa, feito ajustes de rota, estabelecido as regras do jogo e, sem dúvidas, isso pode ser considerado um triunfo.

Outro fator de êxito que devemos destacar é que o casal consegue manter uma relação íntegra e, apesar dos desgastes profissionais, jamais deixaram de olhar um para o outro e saber que existe amor envolvido.

Para finalizar, Ivan destaca que o maior resultado de sucesso do negócio da Opend é poder dizer que todos os projetos que fizeram existiram graças à boa relação do casal e à participação deles em conjunto com o cliente. “O cliente percebe a importância de ser atendido pelos sócios e percebem também quando os sócios estão envolvidos nos processos que fazem parte do trabalho”.

Cansado do mundo corporativo? Nunca é tarde para recomeçar

15 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!
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Empreendedorismo – Mundo Corporativo

Investir em algo novo pode ser o que faltava para sua vida deslanchar. Saiba como se preparar e quais as melhores opções do mercado

Se você é um profissional de comunicação e pensa em investir em um novo negócio próprio, qual o caminho a seguir? Quais as opções mais relevantes e que estão em alta no mercado de comunicação? São inúmeras as questões com as quais dormimos e acordamos e que, na maioria das vezes, não saem do papel e nem dos pensamentos.

Mudanças representam inseguranças e desconforto, principalmente para quem se preparou a vida toda para seguir uma carreira no mercado corporativo, fluência em inglês e outras línguas, MBA, pós-graduação, doutorado, ou seja qual for as suas qualificações, ao sair do mundo corporativo elas não ficarão para trás; pelo contrário, podem ser aplicadas em um novo negócio e ainda com a vantagem da motivação extra de quem realmente quer investir tempo e dinheiro em algo próprio.

Veja algumas dicas que poderão ajudá-lo a tornar possível o sonho de empreender por conta própria:

1. LEVANTE AS PRINCIPAIS RAZÕES PELA QUAL QUER MUDAR.

Não aguenta mais a sua rotina de trabalho? Gostaria de conviver com pessoas que compartilham dos seus planos e ideias? Não quer seguir as regras da empresa que não concorda? Além disso, está estagnado no atual trabalho, não tem mais para aonde crescer e nem aprender? O mercado está incerto e você está perdendo cada vez mais espaço? Gostaria de mais motivação e qualidade de vida? Tudo isso contribui para as insatisfações e vontade de mudanças. Portanto, faça uma lista do porquê gostaria de mudar no modelo profissional atual. E não se esqueça de ressaltar os prós e contras.

2. VOCÊ GOSTA DO QUE FAZ?

Uma importante forma de despertar o empreendedor que há em você é se perguntando se realmente gosta do que faz. A resposta a este questionamento poderá ser decisiva para o seu novo plano profissional.

3. PLANEJAMENTO É ESSENCIAL.

Não é possível ter confiança em algo novo sem que tenha um bom plano para seguir. E muito mais que isso, é preciso elaborar cada etapa desse plano, mesmo que de forma simples. Tente traçar um objetivo pelo qual quer mudar de emprego. Seja porque tem novas ideias e vontade de crescer, seja para ter mais qualidade de vida e realização profissional. Ou porque tem algum dinheiro guardado e acredita que com sua experiência pode gerar algo lucrativo e prazeroso.

4. PERCA O TEMPO QUE FOR PRECISO NA PARTE DO PLANEJAMENTO.

Lembre-se de que o planejamento estratégico irá ajudá-lo a organizar as ideias, definir objetivos, criar um plano de ação e planejar cada uma das etapas. Se não se sente capaz de fazê-lo sozinho, busque a ajuda de profissionais. Existem serviços adequados para o tamanho do seu investimento e do negócio.

 5. NÃO ABANDONE O SEU EMPREGO ATUAL.

O mar não está pra peixe, logo, antes de deixar o cargo para seguir uma ideia empreendedora, avalie o mercado, faça planos, veja o quanto pode e quer investir e comece a arquitetar o novo projeto. Nesse plano é importante definir bem o tipo de negócio, o público que quer atingir, como está o mercado de atuação, previsão de gastos, expectativas e probabilidade de renda e, principalmente, a data para cada etapa do novo negócio.

6. O QUE ESTÁ EM ALTA NO SEU MERCADO DE ATUAÇÃO? AONDE INVESTIR NO MERCADO DE COMUNICAÇÃO?

Bem, a comunicação é muito extensa e se divide em diversas áreas de atuação. Levantamos algumas delas nas quais atuamos mais intensamente, como é o caso de design de embalagens, e podemos afirmar que o que está em alta é o redesign – tema que daremos uma atenção especial em outros capítulos da série Empreender da Opend.

Outro ponto bastante citado no artigo foi sobre planejamento estratégico, no qual diagnosticamos que a parte de construção de marcas, planejamento de marketing, gestão de marketing e marketing digital (planejamento, treinamento e gestão) estão em alta.

Fique de olho em parceiros de negócios (business partners), pois cada vez mais o mercado busca esse tipo de profissional, seja para investir junto ou fazer parte do time. O parceiro de negócio é um tipo de profissional que alinhado com o seu tipo de serviço fará a ponte entre o mercado de atuação e as pessoas. Um profissional com visão estratégica e contatos diversos, que poderá ampliar o alcance dos resultados.

*Continuem acompanhando os artigos da #opend, pois nos próximos falaremos mais detalhadamente sobre planejamento estratégico.

6. TENHA UMA RESERVA FINANCEIRA.

Como já falamos ter uma reserva financeira é fundamental para começar algo novo. Mesmo calculando todos os passos e definindo bem o plano estratégico, nem sempre o mercado reage tão rapidamente e muitas mudanças podem ser necessárias. Para que um novo investimento não acabe antes mesmo de começar, é preciso se planejar para os percalços do caminho, e só uma reserva financeira poderá te salvar, caso algo dê errado ou não for ao tempo planejado.

7. BUSQUE PARCEIROS QUE JÁ ATUEM NA ÁREA.

Deseja mesmo investir em algo novo, mas não sabe por onde começar? Existem empresas em buscas de parceiros ou de sócios investidores, como é o caso da Opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem – que está à procura de um sócio para o marketing de relacionamento.

 

Para saber mais, entre em contato: www.opend.com.br

 

Separador

Acompanhe alguns temas de quem largou o mundo corporativo para seguir sozinho no universo da comunicação.

Vídeo: publicitário deixa o emprego para dar aulas na internet: http://brunopinheiro.me/cursos/pequenas-empresas-grandes-negocios-tab/?src=Taboola&utm_source=Taboola&utm_medium=NOS_PEGN&utm_campaign=NOS&utm_source=taboola&utm_medium=referral

Empreender pode ser uma alternativa na crise: http://blog.opend.com.br/?p=240

Dicas de como empreender em comunicação: http://consumidormoderno.com.br/index.php/component/k2/item/31429-7-dicas-de-como-empreender-em-comunicacao

7 dicas imprescindíveis para o home office prosperar

3 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Conheça as vantagens e os cuidados para tornar o trabalho em casa prazeroso e compensador

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Nessa etapa da série sobre empreendedorismo, nosso objetivo é dar dicas de quem vivenciou o home office e obteve sucesso. Veja o que se deve fazer para não cair em armadilhas cotidianas e quais os caminhos para progredir.

1. Busque qualidade de vida 

A primeira vantagem é a mudança de direção na vida de quem escolhe essa modalidade. Mais conforto, melhor fluxo, uma vida mais “slow”, tranquila, aonde os ganhos são tangíveis, principalmente na qualidade de vida.

2. Mantenha contatos profissionais

Pode-se afirmar que manter conexão com outros profissionais fora do home office é muito saudável, assim como receber profissionais em seu home office também é fundamental. O home office pode gerar um isolamento, mas se incluir isso na rotina a tendência é de sucesso.

3. Defina bem os papéis de cada um

Se o negócio é em família, é extremamente importante definir os papéis de cada um, definir um tempo para permanecer com o home office, fazer adequações de modo a ter um ambiente que equilibre e harmonize as coisas. Uma dica do experiente no assunto home office, Ivan Alatxeve, diretor de relacionamento da #opend – agência de designer especializada em designer de produtos – é “faça terapia antes de envolver sua família nisso, faça como prevenção, isso também é fundamental e pode ajudar bastante, além de prepará-los para os próximos passos”.


Leia mais… “7 dicas imprescindíveis para o home office prosperar”

Uma história de pioneirismo e sucesso ao melhor estilo home office

26 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Horários flexíveis, qualidade de vida, opção de alimentação mais saudável, redução de custo, ganho com tempo de deslocamento, entre outras vantagens contribuem para tornar o trabalho em casa uma ótima oportunidade. Imagine, então, se este ambiente estiver sido planejado e estruturado para receber também um escritório desde a sua construção?

Mas nem todo mundo pode vivenciar essa situação; além de ter um trabalho que permita, é preciso planejar e levar a sério para que tudo dê certo. Entretanto, se for possível e for a sua vontade, vá em frente, trabalhar em casa pode ser muito gratificante.

Como estamos fazendo uma série de matérias sobre empreendedorismo, continuamos a retratar a história do casal Ivan Alatxeve e Fabiana Batista, mesmo porque eles foram um dos precursores do home office quando poucos empreendedores se arriscariam neste caminho. Principalmente porque o escritório da #opend – agência especializada em design de embalagem – funcionou por mais de sete anos no loft do casal, que desde o início foi construído pensando nesta funcionalidade.


Leia mais… “Uma história de pioneirismo e sucesso ao melhor estilo home office”

Empreender pode ser uma alternativa na crise

17 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

empreenderismo_post1Quando a aposta no negócio em família transforma o plano B em plano A

O ano sempre começa com promessas de algo novo, como se devêssemos concluir um ciclo e ter que iniciar outro. Alia-se este fato às incertezas do mercado, com cargos e postos de trabalho sendo extintos ou substituídos, e à vontade de fazer algo diferente. É quando começamos a pensar em como fazer com que o plano B vire plano A.

Para quem pensa em sair do mundo corporativo, ou já saiu, uma das apostas é ter um negócio em família. Sim, é possível e pode representar vários ganhos, tanto em qualidade de vida, quanto em rentabilidade e sucesso.

O casal Ivan Alatxeve, administrador de empresa, e Fabiana Batista, designer, vieram do mundo corporativo e de empresas consolidadas no mercado. Ivan fez sua carreira em indústrias de alimentos e operadores de franquias, sendo que sua última participação dentro do mundo corporativo foi na General Mills, detentora da marca Häagen-Dazs. Já Fabiana é designer especializada em embalagens e construiu sua carreira em indústrias gráficas e agências de design.

O negócio familiar começou a ser idealizado em 2007 quando Ivan completou 35 anos. “Teoricamente eu tinha vivido 50% da perspectiva de vida, o que me chamou a atenção foi o fato de que tive a sensação que o tempo passou rápido demais. Naquele momento decidi que queria viver a minha nova etapa de vida de uma forma diferente, ajoelhei e pedi para Deus guiar minhas decisões”.

O administrador não sabia tudo o que queria fazer, mas tinha a certeza do que não queria mais, e saber o que não quer é fundamental para tomar decisões mais assertivas. Nesse momento decidiu que não continuaria mais no mundo corporativo.

Ao dividir a experiência com a esposa tiveram o propósito de formatar um negócio no qual os dois pudessem estar envolvidos. No final de 2008 concluíram o processo de formação da #opend – agência especializada em design de embalagem – e imediatamente iniciaram os contatos com as pessoas que conheciam para falar sobre o projeto.

“Fomos muito bem recebidos no mercado, o projeto tinha consistência e o plano de negócio estava muito bem elaborado. Contamos com a ajuda dos amigos e oficialmente em março de 2009 a #opend foi contratada para o primeiro serviço, que nada menos era do que participar da campanha de 90 anos da marca Vigor”,  destaca Ivan.

A #opend nasceu com um plano de negócios que contemplava dentro da mesma plataforma dois serviços, um deles envolvendo design e outro envolvendo consultoria de negócios. Em alguns momentos estas atividades andavam paralelas sem relação com o mesmo cliente e em outros casos eles se juntavam. Portanto, o negócio já iniciou com duas frentes, o que minimizou o risco e aumentou a procura.
Leia mais… “Empreender pode ser uma alternativa na crise”

Bastidores de outubro: uma declaração de amor aos pets

26 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Uma declaração de amor aos pets. opend . design feito sob medida.

Nosso logo é um tsuru, a garça sagrada japonesa. Em nosso ambiente de trabalho convivemos com gatos e pássaros. O amor pelos bichos é compartilhado por todos da equipe.

Por isso, uma das atividades mais significativas do mês de outubro foi a criação da página do Instituto Santo Pet, que faz um trabalho social importantíssimo: ajuda animais abandonados a encontrarem um lar.


Leia mais… “Bastidores de outubro: uma declaração de amor aos pets”

Criativo também entende de negócio?

26 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Criativo também entende de negócio. opend . design feito sob medida.

Empreendedores criativos existem. Na verdade, a criatividade é uma característica bem importante para quem quer construir uma empresa do zero e geri-la com sucesso. Mas e o contrário? Criativo que entende de business é mesmo um animal raro na selva dos negócios?

Quem fervilha de ideias, em geral, tem uma mente caótica, subjetiva – algo que conflita com a organização e o planejamento.


Leia mais… “Criativo também entende de negócio?”

Como são feitas as fotos que ilustram as embalagens

26 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Como são feitas as fotos que ilustram embalagens. Opend . design feito sob medida.

É a expertise da opend criar o design e o mockup digital, mas a terceira parte fundamental da concepção de uma embalagem de produto, principalmente do ramo de food service, é a foto ilustrativa.

As técnicas para se fotografar comida e bebida são impressionantes pelo detalhismo. Muitas vezes, são necessárias dezenas de imagens separadas para formar aquela única que vemos nas latas, caixas, potes etc., expostos nas gôndolas.


Leia mais… “Como são feitas as fotos que ilustram as embalagens”

Bastidores de setembro: troca de ideias

26 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Troca de idéias. opend . design feito sob medida.

Troca de ideias, decisões em conjunto, team work. É assim que funciona o dia a dia da opend. Claro que existem os momentos de foco na produção, em que cada um da equipe fica na sua própria função, mas uma das características mais legais do estilo de trabalho da agência é o debate e o compartilhamento de projetos e pontos de vista. Acreditamos que opiniões diferentes, diversas maneiras de enxergar os desafios e as soluções é o que faz a nossa criação tão vibrante.


Leia mais… “Bastidores de setembro: troca de ideias”

Por que não participamos de concorrência

22 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Por que não participamos de concorrência. opend . design feito sob medida

É muito peculiar o que a iniciativa privada conseguiu com as grandes agências de publicidade ao criar esse processo bizarro de concorrência. Porque em nada ela se assemelha aos processos de licitação, quando a competição se dá pela proposta de um projeto que tem como princípio de comparação os valores cobrados. E apenas.
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O que é um atendimento humanizado

21 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

O que é um atendimento humanizado. opend . design feito sob medida.

Não há dúvida do quanto nossa era digital tem nos levado a novas ações e, paralelamente, a novas reflexões em níveis e volumes jamais vistos antes. Todo mundo quer ter uma voz e, mais do que isso, todo mundo quer ser ouvido. E se isso pode parecer apenas um quadro do comportamento das redes sociais, na realidade, isso apenas deixa claro e evidente o quanto estamos em busca de conexões. Se há um modelo que as principais consultorias de trendwatching no mundo têm apontado nos últimos anos é uma espécie de “volta às raízes” – sobretudo nas áreas urbanas. Ciclovias e estímulo ao uso de bikes, plantio e consumo de orgânicos localmente, diminuição do consumo e do ritmo de vida são apenas alguns exemplos.


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As vantagens de ser pequeno

12 de maio de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!
Estudio de design, design de embalagem e design de produto.
As vantagens de ser pequeno. Opend . design feito sob medida.

Não é preciso muito para entender as razões dos complexos de inferioridade que ficam à mostra nas diversas esferas da sociedade brasileira. A história do Brasil justifica muitos desses complexos que são compensados com manias de grandeza. Quantas frases você já não ouviu acompanhadas dos adjetivos “o maior da América Latina” ou “o melhor do mundo” para nossas belezas naturais, nossos jogadores de futebol, nosso carnaval, nossas construções arquitetônicas?


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