A Identidade Visual como estratégia de negócio

17 de maio de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Você sabia que a identidade visual pode ser um fator decisivo na escolha entre sua empresa e a concorrência? Uma identidade visual estrategicamente criada é aquela que consegue comunicar valores, ideais e a essência da empresa através da junção entre símbolos, cores, fontes e informação. Muitas empresas se preocupam com o plano de negócios, equipamentos, atendimento e deixam de lado essa ferramenta tão poderosa que é a identidade visual.

A sua marca deve transmitir visualmente qual seu segmento e o que você entrega, seja produto ou serviço. A primeira impressão sobre sua empresa tem tudo a ver com a imagem gráfica que ela representa, portanto, investir em uma criação profissional, criativa e inteligente da sua marca, fará toda a diferença na forma como será consumida no mercado.

A Diretora de Arte da Opend, Fabiana Batista comenta sobre a relevância desse processo “Não é demais falar que identidade visual é aquilo que define e torna uma pessoa ou empresa, produto ou serviço, único. Comunicar isso bem, de forma profissional e objetiva é o desafio de uma empresa que trabalha com Branding/Design.​”

Como criar a identidade visual ideal para minha empresa?

Antes da criação do logotipo e materiais de apoio, como: cartão de visitas, flyer, papel timbrado, pasta comercial, embalagens, etc, é preciso ter muito bem definido qual é a imagem que sua empresa quer passar. Independente do tamanho da sua empresa, seja de pequeno, médio ou grande porte, todo negócio tem o objetivo de entregar uma solução ao cliente, ou seja, para que sua identidade visual comunique simbolicamente, sua empresa deve ter muito claro, seus diferenciais.

Como a identidade visual é uma junção de informações e elementos, levar em consideração cores e fontes, por exemplo, pode ser algo que chame mais ou menos atenção para o seu negócio. Os símbolos comunicam, cada cor ou fonte tem um significado diferente.

No processo de criação a pesquisa desses elementos é feita de acordo com o mercado e o objetivo da empresa. “Basicamente ao termos as informações para seguir adiante, o desenho que irá representar tudo isso nascerá de pesquisas de signos, combinações de estilos tipográficos e cores que retratam a essa essência da empresa”, comenta Fabiana.

Padronização da Identidade Visual

Entendemos que a identidade visual de uma empresa ajuda os consumidores a reconhecer seus valores e diferenciais no mercado. Nosso subconsciente e emoções são o que determinam a compra, e os elementos visuais usados em uma identidade influenciam essa experiência. Por isso, é importante manter o padrão e a consistência na aplicação da sua marca.

Aplicar a sua identidade visual nos materiais de apoio, em todo tipo de divulgação, eventos e conteúdo é o que vai posicionar sua marca na mente do seu público-alvo. Se uma marca tem ligação direta com ações relevantes, a preferência do consumidor, é certa. Quem é visto, é lembrado. Apareça de forma consistente!

No portfolio da Opend estratégia e design sobre medida pra você., você pode conhecer várias marcas que foram criadas estrategicamente para posicionar empresas no mercado e gerar relevância na mente do consumidor. Sua empresa também pode fazer parte da nossa vitrine de cases de sucesso! Entre em contato conosco para a criação de identidade visual, embalagens e materiais de apoio.

Redesign para bens de consumo, a bola da vez

20 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

RedesignA crise da economia atual vem direcionando mercados e os conduzindo, muitas vezes, para novas alternativas. E, assim, o redesign se transformou na melhor opção do momento para empresas que necessitam repaginar suas marcas e produtos por preços mais acessíveis.

Desta forma, as propostas de redesign em marcas de bens de consumo já consagradas e que necessitam, digamos, ser reestilizadas ou atualizadas vem ganhando força. Podemos dizer que o redesign é uma ferramenta utilizada para reorganizar, corrigir algo em um produto que atingiu a sua maturidade, ou não, sem mexer muito nos elementos-chaves já determinados no design da linha, que pode estar relacionado tanto à rotulagem quanto à sua embalagem.

Para definir de forma simples o redesign, vamos pensar em uma marca como se ela fosse uma pessoa e teríamos a seguinte situação: ao longo dos anos aquela roupa que vestimos precisa se tornar adequada ao momento e tempo em que vivemos; do contrário, seríamos taxados de velhos, antiquados e seria incomum ver alguém nos dias de hoje usando roupas do século passado, não é mesmo?

Olhando um pouco para a história, escolhemos os anos 80 para contextualizar o que estamos falando, por meio de marcas que fizeram sucesso na época e que hoje foram completamente reestilizadas: Pepsi, Coca-Cola, All Star, Nestlé, Kibon, Levi´s, assim como marcas de carros como Fiat, GM, Volkswagen, entre tantas outras que, se não tivessem passado pelo processo de redesign, estariam completamente ultrapassadas. Através da história podemos explicar e exemplificar o redesign, pois as duas coisas caminham juntas.

Redesign, um mercado em alta

O mercado de redesign está em alta. Quem afirma isso é Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding estratégia e design. “Com o mercado atravessando uma crise econômica, muitas empresas interromperam os lançamentos de produtos; isso fez com que a maioria delas voltasse a olhar para o portfólio, e é normal encontrarem a necessidade de fortalecer apelos importantes da linha os evidenciando ou dando a eles uma nova ‘cara’ para tirar o produto do lugar comum e levar para um novo patamar. Pequenas modificações podem fazer verdadeiros milagres quando submetidos ao olhar especialista”.

No entanto, como tudo, existem algumas questões que precisam ser bem observadas para que a reestruturação da marca não se transforme em desvantagem para o seu produto. “A principal delas é que se o redesign não for feito obedecendo às bases da marca pode descaracterizar um produto e correr o risco dele não ser mais reconhecido pelo consumidor. Existem casos de redesign que não respeitaram o DNA da marca e isso certamente gerou uma grande confusão na cabeça dos consumidores”, explica Fabiana.

Segundo dados levantados pela #opend, mesmo não sabendo se isto representa manifestação do mercado em geral, o redesign tem ocupado um percentual crescente dentro do design de embalagens. O redesign subiu de 30% de solicitações, em 2014, para quase 70% em 2015, o que mostra uma tendência expressiva, pois há dois anos o percentual era o contrário do que temos hoje.

O mercado de alimentos e bebidas, no qual a #opend tem forte atuação, por exemplo, vem utilizando a prática de redesign de forma progressiva a cada ano.

Para exemplificar todo o contexto, citamos alguns cases da #opend na prática: em 2009 a Vigor queria reposicionar o design de seus produtos, justamente na ocasião em que a companhia estava completando 90 anos, e queria mostrar para o mercado que ela continuava forte, viva e que seus produtos que estavam na curva de maturidade (a exemplo do leite UHT e de toda linha de iogurtes) estavam recebendo esta “injeção” de força e que, sequencialmente, produto a produto receberia este redesign.

Foi então que a #opend criou um conceito monolítico, ou seja, uma comunicação integrada, para toda família de produtos Vigor. Esta comunicação foi entendida para cada SKU (Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), que é ligado à logística de armazém e designa os diferentes itens do estoque, estando normalmente associado a um código identificador.

“A companhia conseguiu comunicar claramente para os consumidores o novo momento da marca, sem perder a conexão com seu consumidor e conseguiu estender a campanha para grupos de produtos diferentes e, consequentemente, participar de gôndolas de exposições diferentes (resfriadas, congeladas e secas) com o mesmo conceito; isso fortaleceu famílias de produtos que não tinham muita expressão, pois os consumidores perceberam que aqueles itens também faziam parte do portfólio Vigor”, destaca Fabiana.

Na ocasião a ação foi muito positiva para a empresa, que, inclusive, replicou este conceito para todos os demais produtos que seriam lançados no calendário de inovação, ou seja, houve uma transposição do conceito de redesign para o design de novos produtos também.

A agência foi responsável, ainda, pelo redesign das linhas Ecologie Fios e Corpo, da Bril Cosméticos, que tinha a missão de melhorar a organização das informações e facilitar ao consumidor o melhor entendimento do mix de produtos; além do redesign da linha de Amaciantes Concentrados Mon Bijou, da Bombril, e do Rei do Mate, cliente de franquia e varejo da agência, no reposicionamento da comunicação dos materiais de ponto de venda das lojas.

Por fim, pode-se afirmar pela sua história e por um posicionamento de mercado, que a #opend defende e apoia o redesign: “Deve-se entender que todo produto atinge a maturidade e precisa continuar se conectando com a mudança de comportamento do seu consumidor. Até porque, às vezes, um produto precisa ser reposicionado para atingir o que ele foi projetado para ser e porque redesenhar pode ser uma alternativa econômica muito boa”, finaliza a diretora de criação.

Conheça toda a linha Ecologie.

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Desmistificando o planejamento estratégico

11 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

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Saiba como um plano baseado em ideias simples pode trazer grandes benefícios ao seu negócio

Como é possível abordar o planejamento estratégico de forma clara, direta e simplificada, já que a própria palavra “plano estratégico”, na maioria das vezes, exige complexidade? Para tentar dar um foco no assunto tão abrangente e complexo, apresentamos colocações especificamente para as empresas de pequeno porte ou para um empreendedor individual, que esteja iniciando um negócio ou para quem já começou.

Fomos invadidos por uma cultura onde “mais” é sinônimo de melhor e quanto mais detalhado e abrangente for um plano “melhor”. Será?

Para quem não sabe, o planejamento estratégico é o desenvolvimento da base gerencial de uma empresa e os caminhos que ela deve seguir. É a definição dos objetivos para criar um conjunto de ações para a sua execução, levando em conta os aspectos internos e externos do negócio para alcançar o objetivo proposto.

Com um mercado em constante mudança, comportamento de consumidores mudando em ciclos, menos tempo para tudo na vida, então por que criar algo com complexidade? Às vezes planejamento estratégico pode ter ou ser sinônimo de algo rígido e imutável e isso é um erro; num planejamento estratégico devem-se criar linhas básicas de direcionamento, com espaço para periódicas revisões, com ajuste de rota constante, porque os ventos mudam e as condições climáticas também.

E como o ótimo é inimigo do bom, você pode deixar de fazer algo porque deseja o ótimo, mas o bom naquele momento pode atender e ser um degrau da evolução.

Para Ivan Alatxeve, diretor de atendimento da #opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem –, planos feitos com simplicidade são tão importantes quanto os planejamentos complexos. “Defendo fervorosamente que a simplicidade pode ser mais eficaz que a complexidade, porque na simplicidade existe a desmistificação. O plano estratégico é o norte para onde vamos e o empreendedor necessita de respostas simples e diretas”.

Algumas dúvidas são corriqueiras para a maioria dos empreendedores que ainda não tem um negócio bem definido e/ou está começando em algo novo. Estas questões básicas devem encabeçar um plano estratégico, como as destacadas por Ivan a seguir: “Com quem vamos?”, “Quando vamos?”, “Com o que vamos?”, “Quanto investiremos?” e “O que queremos?”.

Mais abaixo veja um guia de perguntas básicas de como começar um plano estratégico.

É preciso ser cuidadoso com planos estratégicos, pois apesar de ser considerada uma grande ferramenta de gestão, os planos muito complexos podem gerar dificuldade para o pequeno empresário e, principalmente, para o operador do negócio.

Para o diretor de atendimento Ivan Alatxeve, o operador pode ser o mais prejudicado com planos estratégicos complexos e, consequentemente, o empresário, que não terá o resultado esperado. “É preciso ter o seguinte em mente: o planejamento é a linha-mestra e deve ter um desdobramento também simples da parte tática, que são as ações que devemos ter para cumprir o plano de negócio, quanto mais direto e simples for, melhor”.

O plano estratégico, mesmo que simplificado, é o norte de tudo e uma empresa sem norte pode estar fadada a fechar as portas antes mesmo de obter qualquer resultado mais expressivo, antes mesmo do retorno de investimento de tempo e dinheiro.

Seguem abaixo algumas perguntas necessárias para começar a montar um plano estratégico:

PARA ONDE IR?
Qual o caminho a seguir;

COM QUEM IR?
Parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros;

QUANDO IR?
Qual é o tempo previsto para ir;

COM O QUE IR?
Será utilizada a estrutura atual, o pessoal atual, o modelo de negócio atual e/ou com novas frentes, ou será necessário algo completamente novo;

QUANTO INVESTIR?
É extremamente importante saber o custo do negócio;

O QUE DESEJA?
Não se pode definir objetivos sem saber o que se deseja.

E não pode faltar o desmembramento simples das atividades que precisam ser realizadas, como um plano tático e os indicadores de performance (KPI’s).

Para um ciclo de planejamento estratégico pode se usar ainda o método PDCA, um dos mais conhecidos e antigos conceitos de gestão do mundo. Sua origem se deu a partir do ciclo de Shewhart, engenheiro norte-americano que foi o introdutor do controle estatístico para o controle da qualidade há mais de 70 anos. Mas os fragmentos que lhe deram origem se desenvolveram ao longo de, pelo menos, 300 anos de pensamento filosófico.

 A sigla “PDCA” em inglês significa “Plan, Do, Check, Act”, e traduzida é definida como:

P – Planejar
D – Desenvolver/Fazer/Realizar/Executar
C – Checar/Avaliar
A – Agir

Com esses conceitos introdutórios já é possível ter um pouco mais de noção sobre planejamento estratégico e se precisar de ajuda para planejar o seu negócio, consulte a agência #opend, que é especializada em estratégia de marketing e design e vem, há mais de sete anos, construindo bons relacionamentos e ajudando empreendedores, pequenos e médios empresários e investidores individuais a terem sucesso nos seus negócios.

Para saber mais acesse:
www.opend.com.br

 

Vejam ainda alguns conteúdos relevantes sobre o tema:

10 passos para montar um planejamento estratégico, do portal Comunique-se:
http://portal.comunique-se.com.br/jo-com/73277-10-passos-para-montar-um-planejamento-estrategico-de-comunicacao

Anhembi Morumbi – Planejamento estratégico de comunicação:
http://www2.anhembi.br/html/ead01/estrategias_com_midia_eletronica/aula2.pdf

Vantagens e desvantagens da relação comercial entre casais

29 de março de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Como fazer com que a relação comercial entre casais seja harmoniosa e atinja os resultados esperados.

Amor & Business
Amor & Business

Quando a parceria extrapola o casamento e invade os negócios, o que fazer? Como conciliar a vida pessoal com a profissional junta e ao mesmo tempo saber separá-la? Nesse novo artigo sobre empreendedorismo, que é muito mais sobre comportamento e relações humanas, exploramos o processo de um casal de empreendedores, que convive com a rotina de trabalhar e viver juntos.

Mas como será que funciona esta troca e quais as vantagens e desvantagens de viver essa experiência? Por exemplo, a troca pode ter uma dinâmica diferente se a relação comercial do casal acontecer em home office ou em um escritório fora de casa, e em ambas as situações existem vantagens e desvantagens.

No modelo home office fica muito mais evidente que a relação comercial vai fazer parte (pequena ou grande) da relação do casal; as pessoas se fundem e acabam fatalmente misturando um pouco de cada coisa nas duas relações, casamento e sociedade, principalmente porque o principal símbolo da vida do casal, a “casa” ou o “lar”, está envolvido nas duas relações.

Já no escritório fora de casa, o casal geralmente pode criar uma “métrica” diferente para cada uma das partes, o que fica até mais simples de levar, mas não significa que não tenham suas peculiaridades e dificuldades também.

Como lidar, então, com essa situação sem atrapalhar a relação do casal e do negócio? Para Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding [estratégia e design], ao iniciar uma relação comercial é fundamental estabelecer as regras e testar os modelos, até encontrar um formato que seja bom para o casal. Fabiana é sócia do marido, Ivan Alatxeve, que fundaram a #opend há mais de sete anos, sendo que por cinco anos a agência funcionou em home office e agora estão em escritório fora de casa.

“Crie as regras, faça testes, avalie formatos e vivencie-os para ver se funciona, isso é fundamental. Algumas relações comerciais não dão certo porque as regras do jogo e as funções não estão claras”, comenta Fabiana.

Para a designer é muito importante ter as funções e responsabilidades definidas: “Precisamos entender que cada indivíduo dessa relação tem dons, talentos e aptidões diferentes, então devemos nos aplicar onde temos domínio, e deixar claro, combinar, negociar e testar o que cada um deve fazer. Lembrando que sempre é importante revalidar para saber se tudo está funcionando bem, se todos estão felizes e se o negócio está caminhando como esperado”, salienta.

Outra regra fundamental é saber separar as contas pessoais das da empresa, já que na maioria das vezes a fonte de renda é a mesma para o casal. Uma coisa é certa nessa matemática dos negócios, as contas nunca devem e nunca podem se misturar. No entanto, muitos empresários, pequenos e médios empreendedores e outras empresas familiares deixam isso se confundir e certamente cometem o maior erro para o seu negócio.

Ivan, que além de diretor de relacionamento também está à frente da administração da #opend, lembra que quando começaram o negócio tiveram que calcular o ponto de equilíbrio do casal para saber o quanto necessitariam de dinheiro para a cobertura das contas pessoais, para estabelecer um pró-labore, ou salário pelo trabalho, além de atribuir os custos globais da empresa. Partindo desse princípio somaram a necessidade de pró-labore, aplicaram os impostos e descobriram o ponto de equilíbrio da empresa.

“O primeiro passo é ter isso claro, depois definir a necessidade de reinvestimento no negócio, como, por exemplo, investir em máquinas, pessoas, processos, entre outros, para conseguir definir lucro e saber o quanto deste lucro vai ser do casal e o quanto deste lucro vai ser reservado para uma segurança da empresa, como capital de giro, ou mesmo cobertura em caso de meses negativos”, comenta o administrador.

Entre tantos outros fatores relevantes, um dos principais segredos do sucesso da relação comercial entre casais é combinar e definir bem as regras antes mesmo da sociedade começar. O casal precisa ter em mente que uma relação comercial é o estabelecimento de algo novo para os indivíduos numa relação que já existe e por isso exige extremo cuidado e planejamento.

Estamos diante de um caso de sucesso entre esse tipo de relação. Para os sócios da Opend, sucesso foi ter conseguido passar por estas etapas juntos, ter planejado a empresa, feito ajustes de rota, estabelecido as regras do jogo e, sem dúvidas, isso pode ser considerado um triunfo.

Outro fator de êxito que devemos destacar é que o casal consegue manter uma relação íntegra e, apesar dos desgastes profissionais, jamais deixaram de olhar um para o outro e saber que existe amor envolvido.

Para finalizar, Ivan destaca que o maior resultado de sucesso do negócio da Opend é poder dizer que todos os projetos que fizeram existiram graças à boa relação do casal e à participação deles em conjunto com o cliente. “O cliente percebe a importância de ser atendido pelos sócios e percebem também quando os sócios estão envolvidos nos processos que fazem parte do trabalho”.

Bastidores de setembro: troca de ideias

26 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

Troca de idéias. opend . design feito sob medida.

Troca de ideias, decisões em conjunto, team work. É assim que funciona o dia a dia da opend. Claro que existem os momentos de foco na produção, em que cada um da equipe fica na sua própria função, mas uma das características mais legais do estilo de trabalho da agência é o debate e o compartilhamento de projetos e pontos de vista. Acreditamos que opiniões diferentes, diversas maneiras de enxergar os desafios e as soluções é o que faz a nossa criação tão vibrante.


Leia mais… “Bastidores de setembro: troca de ideias”