Comunicação on-line para profissionais liberais  

24 de novembro de 2016 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

 

Saiba o porquê é tão importante usar a comunicação digital para se conectar com o seu público alvo e alcançar mais pessoas interessadas no seu serviço

Com a internet as ofertas de serviços aumentaram, informações chegam por todos os meios de comunicação e muitas vezes nem sempre vale o que se mostra, isso prova a força da comunicação online. E se tem gente alcançando bons resultados, mesmo sem oferecer serviços de qualidade, imagine pra quem realmente oferece?

Mas como fazer isso de forma eficiente, como ofertar um serviço qualificado? Como fortalecer a sua imagem e alcançar seu público de interesse? Quais os meios de comunicação on-line devem ser utilizados e quais as ferramentas mais eficazes?

Sabemos que o profissional liberal tem muito conhecimento sobre o seu negócio, mas nem sempre sabe como usar essas informações. Então vem com a gente!


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O fenômeno Pokémon GO: quando o real se confunde com o virtual

28 de julho de 2016 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Podemos considerar o Pokemon GO como o maior fenômeno de IoT – Internet das coisas (Internet of Things)? Bem, essa é uma definição da minha cabeça, mas vou tentar definir a internet das coisas, para que você possa se posicionar.

Segundo a revista Computerworld, “IoT significa apenas um ambiente que reúne informações de vários dispositivos (computadores, veículos, smartphones, semáforos, e quase qualquer coisa com um sensor) e de aplicações (qualquer coisa desde uma aplicação de mídia social como o Twitter a uma plataforma de comércio eletrônico, de um sistema de produção a um sistema de controlo de tráfego)”.

O blog da VR SYS, agência digital define que a IoT permite a interligação de objetos do mundo real com o mundo virtual por meio de sensores (RFID). O principal objetivo é ofertar intercomunicação dos objetos entre si trocando informações sobre status, localização, funcionalidades, problemas, etc. Algoritmos serão responsáveis por processar essas informações e gerar uma grande quantidade de dados (big data) que serão armazenados em potentes servidores na nuvem. Bem, qualquer semelhança é mera coincidência, não é mesmo?

Um bom exemplo de IoT, são os tênis de corridas que se comunicam com o APP no smartphone e publicam o seu itinerário durante uma corrida. Vocês já devem ter visto algum amigo publicando instantaneamente, os seus trajetos na rede social, correto?

Mas o tema sobre IoT é extenso, complexo e necessita de muito estudo e pesquisa, então deixaremos para um próximo conteúdo. Vamos voltar para o Pokémon, veja abaixo a matéria publicada na integra no Correio Braizliense:

Pokémon GO chegou para ficar? Saiba mais sobre o fenômeno

Mais popular que Twitter e Tinder, aplicativo promove socialização e atividade física. Porém, o jogo também tem se mostrado potencialmente perigoso

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Fenômeno Pokémon GO tem capturado usuários em todo o mundo

Localizado no centro da ilha de Manhattan, em Nova York, o Central Park é, discutivelmente, o parque urbano mais famoso do mundo. Entre as atrações do local por onde passam anualmente cerca de 40 milhões de pessoas, entre nativos e turistas, estão a paisagem bucólica, exposições, música ao vivo e pokémons.

Isso não foi um erro de digitação. Nas últimas duas semanas, desde que Pokémon GO foi lançado, o Central Park, assim como outras localidades não tão famosas assim, têm sido – literalmente – invadidas por milhares de pessoas que agora têm em mãos o mais próximo que já tiveram de tornar realidade o sonho de ser um “grande treinador”.

Aspirantes a treinadores em Barcelona
Aspirantes a treinadores em Barcelona

O jogo, disponível para smartphones (ainda não lançado no Brasil) aposta na realidade aumentada, isto é, as famosas criaturinhas virtuais, como Pikachu, Bulbassauro, Charizard e tantas outras, são geradas virtualmente e “aparecem” em ambientes reais como o Central Park, o banheiro da sua casa, cozinhas de restaurante, etc.

Não há como escapar do clichê: “Fenômeno” e “febre” são, de fato, as palavras mais indicadas para descrever o que está acontecendo com Pokémon GO. Apesar de ter sido oficialmente lançado apenas nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, o aplicativo já se tornou mais popular que o Instagram, o Twitter, Snapchat, Facebook e até o Tinder, ou seja, há mais pessoas interessadas em encontrar o Pikachu do que a alma gêmea.

Para se ter uma ideia, em números, do sucesso de Pokémon Go, o jogo aumentou o valor de mercado da Nintendo, dona da franquia, em nove bilhões de dólares em apenas alguns dias.

Além de todo o sucesso financeiro e popularidade, o jogo tem sido elogiado pelo aspecto social e físico que promove aos usuários ao tirá-los de casa, fazê-los correr atrás dos bichinhos e trocar dicas com outros treinadores sobre a melhor maneira de encontrá-los e evoluí-los.

Caça ou caçador

Apesar de todos os aspectos positivos e possibilidades abertas pela dinâmica apresentada por Pokémon GO, o uso do aplicativo também têm se mostrado potencialmente perigoso, levantando questões sobre segurança.

Nos EUA, no Estado do Tennessee, uma campanha foi criada alertando para que motoristas não dirijam e tentem capturar pokémons ao mesmo tempo. Já nas redes sociais, usuários têm relatado pequenos acidentes, como cair em buracos, valas e torções no tornozelo ao tentar encontrar as criaturas em locais menos convenientes.

Sem título

Além disso, a polícia tem avisado aos usuários sobre riscos de roubo e sequestro, recomendando sempre jogar Pokémon GO com um amigo e não aceitar a companhia de estranhos indicando locais afastados onde viram um pokémon raro. Em um macabro acontecimento na semana passada, ao tentar capturar um pokémon aquático, um jogador de 19 anos dos Estados Unidos encontrou um corpo afogado em um rio.

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