Branding: como usar a era digital para agregar valor à sua marca

4 de julho de 2017 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

É inegável que a internet alterou nosso modo de vida em inúmeros aspectos. Tivemos que nos reinventar, descobrir e criar novos caminhos para acompanhar essa mudança que a era digital nos trouxe. Hoje, cerca de 58% de brasileiros estão conectados à rede, o que representa 102 milhões de pessoas, e a média de tempo gasta no ambiente virtual é de 9 horas por dia, considerando o tempo gasto com o uso de computador e dispositivos móveis.

Com todo esse potencial de alcance, a internet é uma ferramenta extremamente útil no branding. Agregar valor à uma marca, produto ou serviço de forma efetiva e duradoura é um desafio gigantesco e a internet pode ser uma facilitadora neste processo. No entanto, é necessário saber como aproveitar essa ferramenta de forma estratégica porque assim como o potencial de ganho para o negócio é amplo, uma estratégia errada ou mal feita pode gerar péssimos resultados rapidamente.

Relacionamento é a alma do negócio

A principal característica da internet é a possibilidade de uma relação de proximidade e interação entre consumidor e marca. Desenvolver um relacionamento exige um conhecimento amplo das características e até mesmo dos hábitos do cliente. É preciso considerar não apenas o conteúdo que ele consome, mas também as plataformas e dispositivos que são usados e assim adaptá-lo aos diferentes públicos para tornar a experiência do usuário mais dinâmica e prazerosa possível.

Vale ressaltar também, que a internet proporciona uma participação direta do consumidor na construção da imagem da marca pela viabilidade de avaliação de produtos e serviços, de forma rápida e pública. Todos podem ter acesso às opiniões de outros consumidores, o que obviamente influencia na decisão final de compra, por isso a importância do relacionamento com o cliente. O branding não transforma sua marca, ele ressalta os pontos positivos e deixa mais evidente o que ela já é e representa. Logo, é imprescindível que tenha-se bem definido o posicionamento e motivações da marca antes de iniciar o processo de divulgação e posicionamento.

 

4 dicas práticas de Branding Digital

1) A internet fornece diversas plataformas com inúmeras formas de uso, mas de nada adianta colocar um conteúdo no Instagram se o seu cliente usa apenas Facebook. O perfil do cliente vai te guiar para a melhor plataforma, desde a produção das pautas até o formato dos conteúdos. Use e abuse das mídias sociais! Facebook, YouTube e Instagram são os queridinhos do momento, mas atualize-se sobre os novos aplicativos e plataformas que estão sendo lançadas. Muitas vezes chegar primeiro pode te dar uma boa vantagem sob os concorrentes.

2) Cumpra o que você propõe. Se abrir um página no Facebook que tem uma proposta de interação forte é preciso estar preparado para a demanda que isso pode gerar. Administrar e responder os comentários e mensagens com agilidade e empatia com o consumidor em potencial é o básico que se precisa fazer para manter um bom relacionamento com o cliente.

3) Apenas ter um perfil no instagram ou um blog que nunca é atualizado, é o mesmo que não ter nada. O branding exige uma constância da marca com o compromisso de ter sempre conteúdos relevantes e novos. É melhor ter um perfil em apenas uma plataforma e conseguir atender e interagir bem com o público do que ter várias contas em plataformas diferentes e não alimentá-las com frequência.

4) O conteúdo criado precisa ser relevante e causar um identificação no cliente. Foto, vídeo, texto ou qualquer outro formato, deve conversar com o cliente tanto na parte visual como apresentar informações valiosas e diferenciadas. Fique atento no que está rolando na internet e dialogue com isso. Vocabulário, memes e virais podem ser uma fonte infinita de conteúdo e inspiração.

O branding digital é a personalidade online da marca e o ideal é transformar clientes em fãs que amam, falam bem e recomendam seu serviço ou produto. Essa relação precisa ser construída com transparência e autenticidade, pois qualquer deslize pode comprometer a reputação online que demorou anos para ser construída.

Quer saber como aplicar esses conceitos e fazer sua marca bombar na internet? A gente pode te ajudar com isso. Vem contar suas ideias para a Opend – estratégia e design sob medida pra você!

Música e publicidade: uma combinação inseparável

26 de julho de 2016 - opend [ estratégia e design ] sob medida para você!

Já imaginou um comercial de cerveja, de roupas, assessórios, automóveis, ou seja qual for o tema, sem música? Impossível, não é mesmo? A música não compõe somente o comercial depois de pronto, muitas vezes ela pode ditar todo o norte da campanha através da letra, estando no roteiro e na mente de quem cria como um caminho criativo.

A música afeta o nosso comportamento tanto para motivar como para desmotivar, acalmar, acelerar, etc., e mesmo quem não curte tanto um som pode se sentir afetado por ela. Isso depende do local de onde se escuta, da ocasião e do seu momento de vida. Muitos casais levam por todos os anos de relacionamento as recordações afetivas proporcionadas por certas canções.

Apresentamos alguns exemplos de comerciais que se tornaram mais significativos do que os próprios clipes originais de certas canções e embalaram marcas e produtos pelo conjunto da obra.

Em alguns casos, a trilha roubou o próprio comercial e devolveu em forma de fixação com a marca.

Veja alguns comerciais que são exemplos perfeitos de harmonização entre música e marca

WranglerComercial Noviça

Quem não se lembra do comercial da Wrangler, dos anos 80, estrelado pela atriz Luciana Vendramini, com o tema “Can’t take my eyes off you”? A música representou no comercial a perfeita sensação de quebra de paradigma e de fixação com a marca de jeans, que levou a noviça a sair do convento com calça que havia ganhado.

Claro Teste – Should I Stay or Should I Go?

A campanha Claro Teste, de 2009, é embalada com muita pertinência pela clássica “Should I Stay or Should I Go?”, da banda inglesa The Clash, que foi um dos ícones do movimento punk na década de 80.

A escolha da trilha criada pela agência AlmapBBDO e dirigida pelo cineasta Heitor Dalia se encaixou perfeitamente no comercial porque ambos trabalharam com a ideia de dúvida, que era exatamente a sensação que a empresa queria passar.

Mitsubishi Pajero – Forever Young

Uma das músicas mais conhecidas da banda alemã Alphaville, “Forever Young”, embalou o filme da Pajero TR4U, “Lama faz bem”, no qual mostrava várias pessoas com o rosto coberto de lama cantando baixinho e sem empolgação, o que dava a impressão de que o comercial poderia ser de algum produto de tratamento estético, até explodir na energia de um super carro desbravando trilhas enlameadas.

O comercial, assinado pela agência Africa, destaca as principais qualidades do carro e o poder que ele tem de tornar as pessoas mais felizes e rejuvenescidas.

Nescafé Dolce Gusto – Sex Machine

Em 2009 a Nescafé Dolce Gusto incorporou James Brown e colocou suas cafeteiras para dançar ao som de “Get up (I feel like being a) sex machine”.

O filme, lançado para anunciar a parceria entre a Nestlé e a Krups, fabricante alemã de máquinas de café, é aberto com a voz do próprio cantor, que anuncia “Fellas, I’m ready to get up and do my thing”.

Um comercial que estimula o desejo do consumo, de forma simples e empolgante. A música tem um grande astral e a proposta foi de associar a vivacidade da máquina que prepara cafés com uma “Sex Machine”.

Conheçam algumas opções de streaming de músicas por US$ 4,99 ao mês

Selecionamos três delas que são os que temos mais conhecimento. Observem que praticamente todas têm o mesmo valor de mensalidade e mesmos acervos e quantidades de música; o que varia são as funcionalidades e disposições de cada App. Seu tipo de aparelho (plataforma) pode influenciá-lo a preferir um ou outro App.

Apple Music lançada há exatamente um ano, em julho de 2015, a plataforma de streaming de músicas infinitas, chegou para suprir uma deficiência da Apple e concorrer com os outros Apps que vinham dominando o mercado da música. Foi um grande passo para a gigante norte-americana, já que apenas um álbum do iTunes, sua plataforma que já vem disponível no iOS, custava em média de US$ 9,90, sendo que os principais concorrentes têm infinitas músicas por apenas US$ 4,99 ao mês.

Os recursos do Apple Music variam conforme o país. Hoje a plataforma disponibiliza mais de 30 milhões de músicas aos seus usuários e os valores se comparam às suas principais concorrentes, pelo menos no Brasil.

Spotify contando atualmente também com mais de 30 milhões de músicas em seu acervo, o Spotify é considerado o streaming que mais possibilita o usuário a descobrir novas músicas e com o modelo mais intuitivo. O Spotify foi lançado em outubro de 2008 pela Startup sueca Spotify AB. A empresa tem sede em Londres e lida com pesquisa e desenvolvimento em Estocolmo.

O App pode ser acessado através de várias plataformas como Microsoft Windows, Mac OS X, GNU/Linux, iOS, Android, Palm, Windows Phone, Symbian OS, PlayStation 3, Playstation 4 e tem o custo no Brasil de R$ 14,90 por mês.

Deezer é o serviço com a presença editorial mais forte de todos os indicados aqui. A seção “Playlists escolhidas para você” adota um formato no estilo revista, com playlists selecionadas e uma rica gama de informações sobre as faixas, como letras para acompanhar e cantar no estilo karaokê.

O Deezer também usa essa seção para trazer novos guias, em que são produzidos vídeos de apresentações ao vivo de novos artistas, além de biografias e discografias de artistas.

A plataforma de música mais antiga das avaliadas, criada em 2007 na França, conta com um acervo de mais de 35 milhões de músicas e também pode ser adquirida por R$ 14,90 por mês. O App pode ser acessado a partir de praticamente todas as tecnologias possíveis, como Android, iOS, Windows Phone, Bang & Olufsen, Blackberry, BMW ConnectedDrive, Bose SoundTouch e SoundLink Audio products, Google Chromecast, Denon,JAMBOX, Logitech Squeezebox,OS X (Currently Still in Beta), Panasonic TV, Philips TV, Rocki, Smarthfones, Xbox 360, Windows Lumia, entre outros

Sendo assim, pesquise bem antes de escolher a sua streaming favorita, mesmo porque assim que baixar uma delas e começar a sincronizar as músicas, você poderá criar suas próprias playlists. E se algum dia decidir mudar para outro streaming, não será possível ouvir mais as suas listas na plataforma anterior, o que faz de você um dependente do App que tiver as suas músicas preferidas.

Tá esperando o que? Vai lá, liga o som e comece a aflorar as suas ideias!