Redesign para bens de consumo, a bola da vez

20 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

RedesignA crise da economia atual vem direcionando mercados e os conduzindo, muitas vezes, para novas alternativas. E, assim, o redesign se transformou na melhor opção do momento para empresas que necessitam repaginar suas marcas e produtos por preços mais acessíveis.

Desta forma, as propostas de redesign em marcas de bens de consumo já consagradas e que necessitam, digamos, ser reestilizadas ou atualizadas vem ganhando força. Podemos dizer que o redesign é uma ferramenta utilizada para reorganizar, corrigir algo em um produto que atingiu a sua maturidade, ou não, sem mexer muito nos elementos-chaves já determinados no design da linha, que pode estar relacionado tanto à rotulagem quanto à sua embalagem.

Para definir de forma simples o redesign, vamos pensar em uma marca como se ela fosse uma pessoa e teríamos a seguinte situação: ao longo dos anos aquela roupa que vestimos precisa se tornar adequada ao momento e tempo em que vivemos; do contrário, seríamos taxados de velhos, antiquados e seria incomum ver alguém nos dias de hoje usando roupas do século passado, não é mesmo?

Olhando um pouco para a história, escolhemos os anos 80 para contextualizar o que estamos falando, por meio de marcas que fizeram sucesso na época e que hoje foram completamente reestilizadas: Pepsi, Coca-Cola, All Star, Nestlé, Kibon, Levi´s, assim como marcas de carros como Fiat, GM, Volkswagen, entre tantas outras que, se não tivessem passado pelo processo de redesign, estariam completamente ultrapassadas. Através da história podemos explicar e exemplificar o redesign, pois as duas coisas caminham juntas.

Redesign, um mercado em alta

O mercado de redesign está em alta. Quem afirma isso é Fabiana Batista, diretora de criação da #opend – agência de branding estratégia e design. “Com o mercado atravessando uma crise econômica, muitas empresas interromperam os lançamentos de produtos; isso fez com que a maioria delas voltasse a olhar para o portfólio, e é normal encontrarem a necessidade de fortalecer apelos importantes da linha os evidenciando ou dando a eles uma nova ‘cara’ para tirar o produto do lugar comum e levar para um novo patamar. Pequenas modificações podem fazer verdadeiros milagres quando submetidos ao olhar especialista”.

No entanto, como tudo, existem algumas questões que precisam ser bem observadas para que a reestruturação da marca não se transforme em desvantagem para o seu produto. “A principal delas é que se o redesign não for feito obedecendo às bases da marca pode descaracterizar um produto e correr o risco dele não ser mais reconhecido pelo consumidor. Existem casos de redesign que não respeitaram o DNA da marca e isso certamente gerou uma grande confusão na cabeça dos consumidores”, explica Fabiana.

Segundo dados levantados pela #opend, mesmo não sabendo se isto representa manifestação do mercado em geral, o redesign tem ocupado um percentual crescente dentro do design de embalagens. O redesign subiu de 30% de solicitações, em 2014, para quase 70% em 2015, o que mostra uma tendência expressiva, pois há dois anos o percentual era o contrário do que temos hoje.

O mercado de alimentos e bebidas, no qual a #opend tem forte atuação, por exemplo, vem utilizando a prática de redesign de forma progressiva a cada ano.

Para exemplificar todo o contexto, citamos alguns cases da #opend na prática: em 2009 a Vigor queria reposicionar o design de seus produtos, justamente na ocasião em que a companhia estava completando 90 anos, e queria mostrar para o mercado que ela continuava forte, viva e que seus produtos que estavam na curva de maturidade (a exemplo do leite UHT e de toda linha de iogurtes) estavam recebendo esta “injeção” de força e que, sequencialmente, produto a produto receberia este redesign.

Foi então que a #opend criou um conceito monolítico, ou seja, uma comunicação integrada, para toda família de produtos Vigor. Esta comunicação foi entendida para cada SKU (Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), que é ligado à logística de armazém e designa os diferentes itens do estoque, estando normalmente associado a um código identificador.

“A companhia conseguiu comunicar claramente para os consumidores o novo momento da marca, sem perder a conexão com seu consumidor e conseguiu estender a campanha para grupos de produtos diferentes e, consequentemente, participar de gôndolas de exposições diferentes (resfriadas, congeladas e secas) com o mesmo conceito; isso fortaleceu famílias de produtos que não tinham muita expressão, pois os consumidores perceberam que aqueles itens também faziam parte do portfólio Vigor”, destaca Fabiana.

Na ocasião a ação foi muito positiva para a empresa, que, inclusive, replicou este conceito para todos os demais produtos que seriam lançados no calendário de inovação, ou seja, houve uma transposição do conceito de redesign para o design de novos produtos também.

A agência foi responsável, ainda, pelo redesign das linhas Ecologie Fios e Corpo, da Bril Cosméticos, que tinha a missão de melhorar a organização das informações e facilitar ao consumidor o melhor entendimento do mix de produtos; além do redesign da linha de Amaciantes Concentrados Mon Bijou, da Bombril, e do Rei do Mate, cliente de franquia e varejo da agência, no reposicionamento da comunicação dos materiais de ponto de venda das lojas.

Por fim, pode-se afirmar pela sua história e por um posicionamento de mercado, que a #opend defende e apoia o redesign: “Deve-se entender que todo produto atinge a maturidade e precisa continuar se conectando com a mudança de comportamento do seu consumidor. Até porque, às vezes, um produto precisa ser reposicionado para atingir o que ele foi projetado para ser e porque redesenhar pode ser uma alternativa econômica muito boa”, finaliza a diretora de criação.

Conheça toda a linha Ecologie.

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Desmistificando o planejamento estratégico

11 de abril de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

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Saiba como um plano baseado em ideias simples pode trazer grandes benefícios ao seu negócio

Como é possível abordar o planejamento estratégico de forma clara, direta e simplificada, já que a própria palavra “plano estratégico”, na maioria das vezes, exige complexidade? Para tentar dar um foco no assunto tão abrangente e complexo, apresentamos colocações especificamente para as empresas de pequeno porte ou para um empreendedor individual, que esteja iniciando um negócio ou para quem já começou.

Fomos invadidos por uma cultura onde “mais” é sinônimo de melhor e quanto mais detalhado e abrangente for um plano “melhor”. Será?

Para quem não sabe, o planejamento estratégico é o desenvolvimento da base gerencial de uma empresa e os caminhos que ela deve seguir. É a definição dos objetivos para criar um conjunto de ações para a sua execução, levando em conta os aspectos internos e externos do negócio para alcançar o objetivo proposto.

Com um mercado em constante mudança, comportamento de consumidores mudando em ciclos, menos tempo para tudo na vida, então por que criar algo com complexidade? Às vezes planejamento estratégico pode ter ou ser sinônimo de algo rígido e imutável e isso é um erro; num planejamento estratégico devem-se criar linhas básicas de direcionamento, com espaço para periódicas revisões, com ajuste de rota constante, porque os ventos mudam e as condições climáticas também.

E como o ótimo é inimigo do bom, você pode deixar de fazer algo porque deseja o ótimo, mas o bom naquele momento pode atender e ser um degrau da evolução.

Para Ivan Alatxeve, diretor de atendimento da #opend – agência de estratégia de marketing e de design de embalagem –, planos feitos com simplicidade são tão importantes quanto os planejamentos complexos. “Defendo fervorosamente que a simplicidade pode ser mais eficaz que a complexidade, porque na simplicidade existe a desmistificação. O plano estratégico é o norte para onde vamos e o empreendedor necessita de respostas simples e diretas”.

Algumas dúvidas são corriqueiras para a maioria dos empreendedores que ainda não tem um negócio bem definido e/ou está começando em algo novo. Estas questões básicas devem encabeçar um plano estratégico, como as destacadas por Ivan a seguir: “Com quem vamos?”, “Quando vamos?”, “Com o que vamos?”, “Quanto investiremos?” e “O que queremos?”.

Mais abaixo veja um guia de perguntas básicas de como começar um plano estratégico.

É preciso ser cuidadoso com planos estratégicos, pois apesar de ser considerada uma grande ferramenta de gestão, os planos muito complexos podem gerar dificuldade para o pequeno empresário e, principalmente, para o operador do negócio.

Para o diretor de atendimento Ivan Alatxeve, o operador pode ser o mais prejudicado com planos estratégicos complexos e, consequentemente, o empresário, que não terá o resultado esperado. “É preciso ter o seguinte em mente: o planejamento é a linha-mestra e deve ter um desdobramento também simples da parte tática, que são as ações que devemos ter para cumprir o plano de negócio, quanto mais direto e simples for, melhor”.

O plano estratégico, mesmo que simplificado, é o norte de tudo e uma empresa sem norte pode estar fadada a fechar as portas antes mesmo de obter qualquer resultado mais expressivo, antes mesmo do retorno de investimento de tempo e dinheiro.

Seguem abaixo algumas perguntas necessárias para começar a montar um plano estratégico:

PARA ONDE IR?
Qual o caminho a seguir;

COM QUEM IR?
Parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros;

QUANDO IR?
Qual é o tempo previsto para ir;

COM O QUE IR?
Será utilizada a estrutura atual, o pessoal atual, o modelo de negócio atual e/ou com novas frentes, ou será necessário algo completamente novo;

QUANTO INVESTIR?
É extremamente importante saber o custo do negócio;

O QUE DESEJA?
Não se pode definir objetivos sem saber o que se deseja.

E não pode faltar o desmembramento simples das atividades que precisam ser realizadas, como um plano tático e os indicadores de performance (KPI’s).

Para um ciclo de planejamento estratégico pode se usar ainda o método PDCA, um dos mais conhecidos e antigos conceitos de gestão do mundo. Sua origem se deu a partir do ciclo de Shewhart, engenheiro norte-americano que foi o introdutor do controle estatístico para o controle da qualidade há mais de 70 anos. Mas os fragmentos que lhe deram origem se desenvolveram ao longo de, pelo menos, 300 anos de pensamento filosófico.

 A sigla “PDCA” em inglês significa “Plan, Do, Check, Act”, e traduzida é definida como:

P – Planejar
D – Desenvolver/Fazer/Realizar/Executar
C – Checar/Avaliar
A – Agir

Com esses conceitos introdutórios já é possível ter um pouco mais de noção sobre planejamento estratégico e se precisar de ajuda para planejar o seu negócio, consulte a agência #opend, que é especializada em estratégia de marketing e design e vem, há mais de sete anos, construindo bons relacionamentos e ajudando empreendedores, pequenos e médios empresários e investidores individuais a terem sucesso nos seus negócios.

Para saber mais acesse:
www.opend.com.br

 

Vejam ainda alguns conteúdos relevantes sobre o tema:

10 passos para montar um planejamento estratégico, do portal Comunique-se:
http://portal.comunique-se.com.br/jo-com/73277-10-passos-para-montar-um-planejamento-estrategico-de-comunicacao

Anhembi Morumbi – Planejamento estratégico de comunicação:
http://www2.anhembi.br/html/ead01/estrategias_com_midia_eletronica/aula2.pdf

Empreender pode ser uma alternativa na crise

17 de fevereiro de 2016 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

empreenderismo_post1Quando a aposta no negócio em família transforma o plano B em plano A

O ano sempre começa com promessas de algo novo, como se devêssemos concluir um ciclo e ter que iniciar outro. Alia-se este fato às incertezas do mercado, com cargos e postos de trabalho sendo extintos ou substituídos, e à vontade de fazer algo diferente. É quando começamos a pensar em como fazer com que o plano B vire plano A.

Para quem pensa em sair do mundo corporativo, ou já saiu, uma das apostas é ter um negócio em família. Sim, é possível e pode representar vários ganhos, tanto em qualidade de vida, quanto em rentabilidade e sucesso.

O casal Ivan Alatxeve, administrador de empresa, e Fabiana Batista, designer, vieram do mundo corporativo e de empresas consolidadas no mercado. Ivan fez sua carreira em indústrias de alimentos e operadores de franquias, sendo que sua última participação dentro do mundo corporativo foi na General Mills, detentora da marca Häagen-Dazs. Já Fabiana é designer especializada em embalagens e construiu sua carreira em indústrias gráficas e agências de design.

O negócio familiar começou a ser idealizado em 2007 quando Ivan completou 35 anos. “Teoricamente eu tinha vivido 50% da perspectiva de vida, o que me chamou a atenção foi o fato de que tive a sensação que o tempo passou rápido demais. Naquele momento decidi que queria viver a minha nova etapa de vida de uma forma diferente, ajoelhei e pedi para Deus guiar minhas decisões”.

O administrador não sabia tudo o que queria fazer, mas tinha a certeza do que não queria mais, e saber o que não quer é fundamental para tomar decisões mais assertivas. Nesse momento decidiu que não continuaria mais no mundo corporativo.

Ao dividir a experiência com a esposa tiveram o propósito de formatar um negócio no qual os dois pudessem estar envolvidos. No final de 2008 concluíram o processo de formação da #opend – agência especializada em design de embalagem – e imediatamente iniciaram os contatos com as pessoas que conheciam para falar sobre o projeto.

“Fomos muito bem recebidos no mercado, o projeto tinha consistência e o plano de negócio estava muito bem elaborado. Contamos com a ajuda dos amigos e oficialmente em março de 2009 a #opend foi contratada para o primeiro serviço, que nada menos era do que participar da campanha de 90 anos da marca Vigor”,  destaca Ivan.

A #opend nasceu com um plano de negócios que contemplava dentro da mesma plataforma dois serviços, um deles envolvendo design e outro envolvendo consultoria de negócios. Em alguns momentos estas atividades andavam paralelas sem relação com o mesmo cliente e em outros casos eles se juntavam. Portanto, o negócio já iniciou com duas frentes, o que minimizou o risco e aumentou a procura.
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O que é um atendimento humanizado

21 de outubro de 2015 - opend [estratégia e design] sob medida para você!

O que é um atendimento humanizado. opend . design feito sob medida.

Não há dúvida do quanto nossa era digital tem nos levado a novas ações e, paralelamente, a novas reflexões em níveis e volumes jamais vistos antes. Todo mundo quer ter uma voz e, mais do que isso, todo mundo quer ser ouvido. E se isso pode parecer apenas um quadro do comportamento das redes sociais, na realidade, isso apenas deixa claro e evidente o quanto estamos em busca de conexões. Se há um modelo que as principais consultorias de trendwatching no mundo têm apontado nos últimos anos é uma espécie de “volta às raízes” – sobretudo nas áreas urbanas. Ciclovias e estímulo ao uso de bikes, plantio e consumo de orgânicos localmente, diminuição do consumo e do ritmo de vida são apenas alguns exemplos.


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